Abertas as inscrições para o Edital Natura Musical 2010

9 06 2010

Se você tem um projeto que representa nossa música, já pode inscrevê-lo no Edital Nacional 2010. As inscrições estão abertas até o dia 1º de agosto. Para participar, leia atentamente o regulamento que orienta todo o processo de inscrição.

A música brasileira se revela em muitos estilos e formatos, por isso o Natura Musical prestigia iniciativas de diversas naturezas: seja a gravação de um disco, a realização de uma pesquisa, a produção de um livro, a realização de um show ou festival, a produção de um filme ou ação educativa. Os editais tem por objetivo estimular e difundir a música brasileira em toda sua inventividade e amplitude.

Desde sua primeira edição em 2005, o Natura Musical cresceu em abrangência e importância. Até hoje, mais de 130 projetos de todas regiões do país foram apoiados via editais públicos e patrocínios diretos. Este ano, o Natura Musical destinará R$ 1 milhão para o Edital Nacional.
Participe

Para participar do Edital, é importante ler atentamente o regulamento que orienta todo o processo de inscrição. Você poderá se inscrever em duas categorias: Fomento à Música e Turnês Nacionais.

Em Fomento à música cabem projetos de criação, produção, pesquisa, documentação, circulação, formação de público, e ações socioculturais e educativas, voltados para a música brasileira. O apoio a estes projetos ocorrerá por meio de recursos incentivados provenientes da Lei Rouanet ou da Lei do Audiovisual.

Já a categoria Turnês Nacionais beneficia projetos de realização de turnê nas cinco regiões do país para divulgação de trabalhos inéditos de artistas ou grupos da música brasileira já reconhecidos pela crítica especializada e pelo público em geral.

Em ambas as categorias serão apoiados projetos que contemplem iniciativas:

• Inovadoras: projetos originais, criativos e, preferencialmente, inéditos no cenário cultural brasileiro.

• Reconhecidas: projetos de excelência artística amplamente reconhecida pela crítica especializada.

• Pra Toda Gente: projetos que possam ser apreciados por qualquer pessoa, independente de níveis socioeconômicos, escolaridade, idade, sexo e nacionalidade.

A inscrição é gratuita e vai de 1º de junho a 1º de agosto de 2010. Leia o regulamento e inscreva-se aqui.

Para tirar dúvidas, os proponentes poderão entrar em contato por meio do telefone (11) 3146-0970 ou e-mail edital@naturamusical.com.br. O serviço funciona de segunda a sexta, das 9h às 12h30 e das 13h30 às 18h, durante o período de inscrição.


Ações

Information

4 responses

9 06 2010
Karina

Boa noticia!

11 02 2011
Luiz Carlos (Zé Lu )

Olá ! tudo bem?, gostaria de saber quando, vai ter outro edital natura músical? por que ja estamos em fevereiro 2011, eu não sabia que a natura estava, com edital! eu tenho projeto aprovado para cptação de Recurços na lei Roanet valido até 04/06/11 para gravação fonografica de um C D ou se ainda posso participar deste?, meu muito obrigado pela atenção e aguardo noticia ( zelurj@yahoo.com.br )

2 03 2011
leandro j. ecker cpf-838.632.499-68
quero patrocínio para esse livro abaixo O DIÁLOGO COM O MESTRE. QUE EU O CHAMAVA DE MAGO. Índice: (lista detalhada dos assuntos) ASPECTOS LITERÁRIOS………………………………………..pag-5 PREFÁCIO………………………………………………………………..7 á 17 PARADOXO AUTORAL…………………………………………18 á 25 O SINAL………………………………………………………………….28 á 41 O ENCONTRO……………………………………………………….43 á 149 A SINA………………………………………………………………….150 á 227 O DIÁLOGO TRANSCENDENTE………………………..228 á 263 A TERRA DA MAGIA…………………………………………………… ASPECTOS LITERÁRIOS. Leitor, esse livro possivelmente seja único no mundo literário, não como cada qual é simplesmente, mas devido á que não segue nenhuma estipe literária já existente, qual se fundamenta e não se limita á um tema específico apenas, e desde já fique sabendo que esse fora constituído em três estilos e dois tamanhos de letras diferentes, sendo esses: O diálogo entre os personagens do livro estará expresso no estilo de letra Century Gothic, tamanho 10, como essas aqui expressas até então, o segundo será expresso no estilo de letra Georgia e tamanho 12, além de que como podes ver estará levemente distorcido pelo efeito Itálico, assim como o prefácio, estilo esse pertence ao narrador, porém o terceiro estilo será Tempus Sens ITC tamanho 12, e significará as palavras que transcendem ao dicionário contemporâneo, ditas já um dia pelos autores vivos e os imortais, onde a nova verificação ortográfica será inexistente. E… assim fora constituindo-se um livro de contos mirabolantes, de um mundo invisível á consciência humana, porém possível de se viver desde que deseje isso de verdade. E, saiba que… aqui “literalmente” será uma palavra dual no livro, sendo que quando houver um (m) posterior á palavra, significará apenas “um termo de referência ou uma mera maneira de expressar-se,” e quando houver (e) significará “do escrito,” assim como… “essência” traduzirá “idéia principal” e será representado através do (s) e quando for através do (ê) significará “natureza” e ambas as siglas estarão descritas em estilo de letra Alegerian tamanho 8. Mas tão logo se certificará de que tudo fora feito para que harmonizasse as literaturas, devido que os seus sentidos se condicionarão á literatura visivelmente, tomando caminhos amplamente diferentes. Mas… se falando mais abertamente, se faz presente em todas as formas de letras. Assim como, quando os espíritos ainda estarão presos á uma massa corpórea e humana estarão em “letra minúscula,” e quando encontram-se libertos e absolutos pelo “mundo do abstrato” esses estarão descritos em “LETRA MAIÚSCULA.” Ou como os números ordinários, os normais também estarão expressos apenas de maneira literária até o dez. PREFÁCIO. (que antecede uma obra escrita) Caro leitor, imagine você, se nos momentos em que se encontrasse absolutamente sozinho lhe aparecesse um pequeno sinal na tela do computador em que estivesse trabalhando, seja de mesa ou portátil, enfim lhe perseguisse para onde você se dirigisse, e quando saísse para fora em campo aberto se transformasse em um portal cor de rosa cintilante, estilo barroco, até que um dia você decidisse seguir esse portal e através de uma cena desconcertante perante as pessoas, se assegurasse de que aquilo seria pessoal, e apenas se revelava para você, mas o resto do “mundo ao seu redor” não veria nada, e baseado nesse fato resolvi dar ênfase á essa idéia, e… a minha vida acabaria virando de cabeça para baixo literalmente. (m) Pois nem imaginaria onde aquilo me levaria, mas acabara me levando á lugares maravilhosos que sempre desejei estar, mas nunca me dava o capricho e outros que me dilatariam a espiritualidade, me levariam á ver o “mundo em que vivemos” com “olhos da verdade” e de maneira bem “diferente” de como pensamos ser, assim como á si próprio e ás reais magnitudes ocultas e abstratas que todos portemos mas seremos raros os que conhecemos, e parcialmente á usaremos, tanto para o Bem quão para o Mal dos seres terrenos, onde poderemos salvar uma vida ou torná-lo uma mente suicida, nos ajudemos de verdade e enaltecemos o nível de solidariedade ou próprios nos prejudicaremos e até nos destruiremos, tudo será uma questão de conscientização desse poder que origina da sensibilidade do individuo e obedece o coração, ficaria consciente do verdadeiro poder de uma mente após um diálogo com a sabedoria ancestral que lavou-me a alma e me dilatou a mente, através de um encontro com um Espírito de um pajé guarani vindo de um passado muito remoto, onde era o Conselheiro do Rei da Civilização Inca, isso tudo em uma aldeia indígena de seguidores da “união dos vegetais,” quais se fascinavam ao contar de como surgiu esse poderoso chá, o que dera origem á mais uma lenda também e resultaria em mais uma pequena fábula de outro diálogo nosso, mas posso assegurar de que lugar esse também admito ter vivido altas emoções, como cada qual desses lugares me proporcionaram momentos raros e acontecimentos mirabolantes, até que chegasse á essa figura que estaria sempre em meus sonhos, mesmo nunca tendo visto essa antes, com quem teria um diálogo que transcendia á compreensão humana e tratava-se de um mestre, que equivocado eu o chamava de Mago, devido que em meus sonhos esse elaborava mágicas inacreditáveis na versão da lógica e da consciência, embora estivesse redondamente enganado com seus poderes e de como esses se manifestavam pelo indivíduo que estivesse sendo abordado, afinal não tratava-se de raios-laser nem obras de magia, ou alguma espécie de poder de força de como esperava, mas simplesmente esse seu poder teria a sua origem intelectual e se revelava através de palavras incógnitas á imaginação humana, porém dignas da sabedoria que constituíam um paradigma filosofal, usado na decifração de problemas dessa vida, á quem eu pretendia descrever a minha biografia de vida e as experiências abstratas que me estavam acontecendo com meu “eu,” mas primeiro me elucidaria um fragmento da origem do mundo que eu nem mesmo sabia o motivo daquilo inicialmente, mesmo sendo visível em mim o desejo por conhecimentos para que chegássemos á um consenso e próprio certificasse-me de que a minha sina, propriamente havia arquitetado com o poder da própria mente, mas até que chegássemos á esse raciocínio teria que escutar um sermão em alto tom de voz, á respeito de cada magnitude e as suas responsabilidades no “mundo do ocultismo,” para que eu aprendesse de uma vez por todas com aquilo, assim como nada e ninguém já nasceria apto para a vida e todas as descobertas significativas haviam sido desenvolvidas por “mentes paradoxais” ao sistema vigente, exatamente como a minha, segundo ainda me asseguraria, e mesmo que me mantivesse tomado de fascínio por suas sábias palavras dignas do conhecimento, somente lhe obedeceria e procurava lhe escutar, mas até que chegássemos á esse consenso em um lugar encantado, ouviria o que jamais esperava ou mesmo conhecia, para só após descrever a minha vida transgredida ao mais alto grau e razão pela qual me tornei o que sou, um “artista calejado” que transcende o poetizado, porém transbordou-me a luz em minhas bases culturais e espirituais, tornou-me consciente de que o conhecimento teórico habita a nossa mente mas a capacidade de desenvolvimento do poder de raio de extensão habita as nossas mãos, e baseado nessas condições teremos que usá-lo com sabedoria para que tenhamos êxito ao expressar o artista que nos habita, ou ao menos os sentimentos do portador de que “só quem ás vive, é que sabe,” o que se passa na mente de uma pessoa que estará intercedendo uma fonte de conhecimento que abrirá os caminhos dessa vida, como tal terás que transcender inúmeros obstáculos que muitas vezes se revelam intransponíveis aos olhos do anonimato, porém todos contornáveis á uma pessoa de essência (ê) e determinantes da impecabilidade do ser, não permita-se abalar por essas pequenas obstruções elaboradas humanamente nem influenciar-se negativamente a sua paz de espírito, e hoje seguradamente vos falo, não brigue com a sua filha ou esposa, não perca o jantar e o jornal, isso será imprescindível á formação do ser e inevitável á convivência entre os seres vinculados geneticamente e amorosamente, causado pela rotatividade do convívio diário que gradativamente se desfaz e aos seus encantos, use a prudência em suas palavras para que não acabe influenciando muitas vezes uma vida inteira, para que soubesse distinguir que toda forma de manipulação psíquica e mental, nada mais será que ênfase da própria consciência do portador, e a sua intensidade será determinada pelo seu nível de sensibilidade, e sendo essas nossas reais condições teremos que nos apegar aos defeitos da própria ferida e rever os nossos poderes, para que possamos transcender á hipotética condição á que nos condicionamos desde muito cedo, como frutos das gerações que escravizavam a alma e interagiam apenas pela consciência propriamente arquitetada, embora entro em confusão mental toda vez em que penso no que resumiu-se minhas perspectivas de vida, mas admito não mais viver sem a literatura, ao ter me decidido dar início á esse sonho literário que materializado significará que todos os desejos desse “artista calejado” foram devidamente saciados, que com a permissão divina você lerá ainda nesse fascículo que estará prestes á iluminar vossos horizontes mentais, através de revelações que lhe induzem á reflexão quão ao seu “eu,” mas experiências essas como mais tarde em outro fascículo descreverei exatamente, de como me senti quando estive aqui em meu, em nosso “mundo em que vivemos,” mas até então como quem nem percebesse isso tudo continuaria concentrado em suas sábias palavras, como antídoto á que enlouquecesse com tamanha diferença de medidas e existências, e lhe faria perguntas utópicas de maneira incessante e desconcertante, como quem queria visivelmente lhe desconcertar, embora estaria redondamente enganado com aquele velho, porém sábio homem, enfim isso tudo em um mundo extremamente “diferente,” e momentaneamente possivelmente isso seria o que contribuía parcialmente para a minha sina naquele momento delicado segundo ele, mas que na hora extrema eu havia sido iluminado, e passaria á dotar consciência da existência de que algo me habitava o subconsciente, ao que eu pensava resumir-se o diálogo que teríamos naquela tarde, que descreverei nesse primeiro fascículo que apenas dará início á uma viagem que transcende aos parâmetros do raciocínio humano, e lhes deixará consciente do poder da própria mente, mas isso tudo seria apenas um detalhe se comparado ao que nos aconteceria ainda naquela lua, certas peripécias mirabolantes e quase indescritíveis, caso não me fosse de praxe descrever o além de que estaria prestes á presenciar, pois quando me dei conta estávamos caminhando rumo ao “mundo do desconhecido,” lugar esse em que apenas não adentramos porque eu ainda não estaria preparado para isso, e nem havíamos trazido conosco as batas voadoras, e o retorno á esse mundo abriria uma entrada no ar á uns 20 metros de altura do chão, e poderia tornar a nossa volta em uma tragédia ou no mínimo não seria uma boa idéia, segundo o mestre depois me asseguraria também que quando fosse o momento certo eu saberia, assim como outro dia me ensinaria hipotéticos macetes da parapsicologia, como que… desde os nossos primeiros instantes de vida já teríamos a nossa aura, a nossa identificação por seqüência ou vibração, e segundo as leis do Universo você terá por direito assegurado 33 oportunidades de dilatar-se energicamente com suas almas gêmeas, para elaborar a evolução do ser durante toda a eternidade, sendo 16 de cada força oposta e a nossa própria alma, centralizada no eixo magnético do chacra central, pois nossas chacras serão nossos pontos essenciais de energia individual, e nessas condições obviamente se explicaria a felicidade em se viver uma vida inteira apenas com a primeira que encontrou, bastando que se auto conheça primeiro, e que deveríamos valorizar mais o caráter pessoal e enaltecer o amor próprio, acima de todo ou qualquer aspecto, interagir procurando dilatar a compreensão ás pessoas, desviando de toda ou qualquer influência negativa projetada por alheios, e enxergar que nada mais são que “crianças grandes” inconscientes de suas atitudes na essência, (s) e com isso eliminando o seu poder psicológico, e que a lei da justiça e da obviedade, quando sua imaginação fosse boa e construtiva não haveria motivo para hesitar em sua decisão, mas para que isso se tornasse possível ás nossas próprias condições, teríamos que sermos conscientes para administrar corretamente os poderes da nossa própria mente, evitando que pensemos em coisas negativas e pensamentos tristes, porque basta que inicie á pensar em algo que lhe deixa conturbado e altere o seu quadro emocional que a ênfase é natural, e com o poder da própria mente o transformará em um inferno mental, que muita vezes se revela através de suadores gelados, caso não trate-se de uma incessante dor de cabeça ou terríveis enxaquecas, capazes de distorcer sua interpretação ao mundo em que lhe rodeia e inverter os sentidos. E que o dia em que o homem descobrisse o poder da sua mente, teríamos um mundo bem mais estabilizado intelectualmente, com milhões de cidadãos conscientes da missão universal, em amparar o mais necessitado ou vulnerado e amar mais o seu próximo, diminuindo gradativamente até que elimine definitivamente o abismo social existente, por todos termos uma missão muito importante, não apenas espiritualmente mas sobre todos os aspectos, condizendo á força maior de todo o Universo, que resume-se ao desenvolvimento da matéria ao todo, visando a prosperidade espiritual e material do ser e do “mundo ao seu redor” dilatando os conhecimentos do Universo e vivendo uma vida de riquezas, desfrutadas através da mais pura harmonia, como obter os respaldos do que pelo seu caminho fora semeado, tipo amar e ser amado, se criar e ser criado, e… ajudar e ser ajudado. E para que ficássemos conscientes, de que a Suprema força universal resume-se ao amor, qual nos permite com que controlemos nossas emoções e dilata a nossa capacidade de compreensão, assim como nos dota do poder de inverter todo e qualquer quadro ou situação, desvinculando a nossa aura á toda impressão negativa e nos mostrando os caminhos para a felicidade nessa vida rumo á evolução, e segundo os termos da parapsicologia existe diversas expressões de almas, mas… se falando mais abertamente, o objetivo cósmico dessa reunião com as 33 almas é mantê-las sintonizadas á você, com o intuito da ênfase á sua dilatação mental, emocional e espiritual nesse “atalho temporário universal,” á que chamamos de vida, porque no mundo das almas gêmeas teremos sete opções de estar, positivas ou negativas, assim como seríamos mais dilatados intelectualmente ainda quando fossemos crianças, por permanecermos mais tempo no subconsciente e por conseguirmos nos identificar mais amplamente com alguma ficção, á tal ponto em que nos tornaremos no que mentalizarmos inocentemente, por vivenciar a vida como fossemos aquilo, apenas nas condições reais desse mundo. Também que ninguém viria á esse mundo apenas para sofrer, mas com o direito de tentar ser feliz e se expressar, á partir do momento em que dotar consciência de sua existência, porém quando se dá início aos pensamentos em um ser, deverá saber distinguir muito bem suas mentalizações elaboradas em alpha, que trata-se do seu mais alto grau emocional, onde teremos o livre-arbítrio para adentrar em ambos os lados opostos e tudo o que á esses pertence, porém a consciência não se manifestará nesse momento em que estaremos sendo administrados por instintos num momento de absoluta inconsciência, ou deva dizer ampla lucidez em que analisemos a consciência como sendo nada mais que uma elaboração arquitetada humanamente, onde complexos serão apenas uma articulação de coisas negativas em seqüência sob o acorde do pessimismo propriamente arquitetado, devido que cativará essas mentalizações para a sua vida inteira, indiferente se negativas ou positivas, e apenas quando a pessoa atinge o seu grau máximo de aflição ou desespero capaz de o levá-lo ao êxtase emocional, é que atinge esse estado mental, á que chamamos de alpha ou tetha, qual será o estado mental que atingimos quando desejamos receber Fenômenos paranormais ou fora do limite, e pode se dizer que é o mais profundo estado mental de todos, mas que tudo seria possível somente á partir do momento em que nos permitíssemos ver com “olhos da verdade,” então presenciaríamos que não estamos sozinhos, assim como atrás de uma linda imagem poderá existir um abismo e ocultar perigos que transcendem a capacidade humana, o que ainda nesse nosso diálogo ficaríamos consciente, e assim me elucidaria uma infinidade de conhecimentos que me seriam absolutamente incógnitos até então, no decorrer do meu aprendizado. Mas ao chegarmos no aeroporto assegurou-se de que faltaria algumas horinhas para sair o seu vôo, o que daria tempo suficiente para irmos até uma lojinha mística comprar um pouco de incenso natural, para ele queimar enquanto meditava na aldeia, e durante o nosso percurso até a lojinha caminharíamos de maneira inusitada e de certo modo encantada, por não tocarmos em absolutamente nada, onde eu mesmo com a deficiência de que possuo caminhei perfeitamente e muito súbito, dialogando muito alto que no lugar em que vivo chamaria a atenção de todo mundo, mas lá seria São Paulo capital, embora não deixou de reunir uma centena de pessoas aproximadamente, bem no horário de pico, quando as pessoas estariam com pressa á caminho do almoço, por estarmos dialogando á respeito de uma época que até antecedia á “Jesus Cristo” em milhares de anos, desde a origem da Filosofia, ainda quando pelo mundo só se ouvia falar de três grandes Reis, sendo o primeiro Saul seguido de Davi, que por sua vez fora sucedido por Salomão, e com todos israelitas unidos e centralizados no poder, onde viveram um nobre período de auge político, militar e cultural, no reinado de Davi. Hoje apenas me iniciaria nos caminhos do conhecimento, me conscientizando de que ainda um dia até a sabedoria já fora motivo de condena, mas isso tudo resumidamente para que eu me conscientizasse de que tudo tivera o seu início muito difícil e até obstruído, mas que ao final as mentes que transcendem provariam estarem certas, algumas mesmo que após as suas mortes, e para que não me permitisse esmorecer por nada e nem ninguém relacionado aos meus apontamentos. Mas retornando ao aeroporto, eles dialogariam relacionado aos mais variados aspectos filosóficos, políticos e literários dessa vida, conversariam sobre a cultura oriental, a língua brasileira, o mais nobre e substancial idioma mundial, fariam críticas relacionado á “Nova Correção Ortográfica” e a sua real magnitude lingüística e intenção, ficariam antenados literalmente (e) quanto ás novidades medicinais, assim como teremos histórias sobre a tripla dorsal da Filosofia “Sócrates, Platão, Aristóteles,” também de Anaxágoras de Clazômenas, Empedócles e muitos outros,” importantes nomes da Filosofia que viriam á tona através das bocas de dois Espíritos fenomenais, em plena praça pública de São Paulo, desde as primeiras correntes filosofais, sendo a ética a mais importante de todas e responsável pelo projeto da nova comunidade internacional, no caminho á verdadeira felicidade humana, e os seus métodos conhecidos para se alcançar essa. Embora bem antes de Sócrates teve vários grandes intelectuais, que os seus estudos e raciocínios filosóficos ficaram incógnitos á Ciência humana, e se mantiveram remotos das correntes filosofais da época, mesmo com suas análises extraordinárias e fundamentais nas áreas da Física e de outras ciências naturais, onde que simplesmente foram considerados homens de idéias imaginárias, por pensarem ao oposto da metodologia governamental vigente na época, e por não terem como comprovar o seu fundamento, mas realmente nenhum morreu tão dignamente com ares da ideologia como “Sócrates,” qual antes de que ingerisse um cálice de cicuta como condena, daria uma ampla demonstração da verdadeira lucidez, e deixaria claro a utopia de se viver a vida agindo contra as suas virtudes, assim como a necessidade da Filosofia nessa vida, e que seria a mais pura utopia acusá-lo de não acreditar em “Deus” mesmo acreditando e disseminando coisas de Deuses, enfim da imprescindível reflexão sobre o seu “eu,” e pode se dizer que ele seria a “mosca na sopa,” um inseto que cutucava a sociedade e os induzia á indagar-se se seriam o que pensavam ser, porém eu diria que a sua morte só tornou mais visível a contradição vigente entre as relações permanentes da sociedade de um tempo, e a real verdade ou ideal. Mas o primeiro filósofo de Atenas era natural da Ásia Menor e chamava-se Anaxágoras, que uma das tantas coisas de que falava seria que o Sol não era um Deus mas sim uma massa incandescente maior que a península do Peloponeso, mas como conseqüência do Sol na época ser considerado um Deus, aos seus 40 anos teve que deixar mais uma vez a cidade, acusado de ateísmo, acredita? Porém Anaxágoras divergia da idéia de que terra, ar, fogo ou água pudessem se transformar em ossos, peles e cabelos, pois acreditava que a natureza seria constituída e composta por uma infinidade de partículas minúsculas, invisíveis aos olhos humanos e que tudo poderia ser dividido em partes ainda menores, mas que ainda na menor das partes existiria um pouco de tudo, assim se pele e cabelo não poderiam surgir de alguma outra coisa, então eles deveriam estar presentes também, no leite que bebemos e na comida que comemos. Anaxágoras também pensava, que uma certa força seria responsável pela Criação e comportamento da espécie humana, assim como toda forma de vida, e essa força á intitulou de inteligência, o que contemporaneamente denominamos moléculas. Ou então como Parmênides de Eléia, que se recusou á aceitar toda e qualquer forma de transformação, e quanto mais analisava a sua teoria ficava mais convicto de que de certa forma ele estaria com a razão, ao não aceitar que alguma coisa poderia transformar-se em algo diferente, e pode se dizer que fora muito corajoso de sua parte, pois se negaria á enxergar o que todos podiam ver facilmente, afinal basta que se foquemos nos efeitos naturais para que atingimos o pleno conhecimento das ocorrências ou seja observando simplesmente a natureza em transformação, qual possivelmente deve ter sido considerado lunático e servido de atração para muitas pessoas na época, ou seja Parmênides só acreditava que tudo que existe sempre existiu, embora não acreditava nem quando via, e insistentemente alegaria que os sentidos nos forneciam uma visão enganosa do mundo, uma visão que não estaria em conformidade com o que nos dizia a razão, e acreditava também que como filósofo a sua tarefa maior implicava e consistia em desvendar e descrever, todas as formas de ilusão dos sentidos. Assim como Parmênides também viveu Heráclito de Eféso na Ásia Menor, qual assegurava que as constantes transformações seriam justamente a característica fundamental da natureza, e pode se dizer que ao contrário de Parmênides, ele confiava bem mais nos sentidos, qual sempre dizia: – Tudo flui, tudo está em movimento e nada dura para sempre, e por essa razão não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, isto porque quando entro pela segunda vez no rio, tanto ele quanto eu já estaremos mudados. Mas pode se dizer que Heráclito acreditava que em todas transformações e opostos haveria uma unidade, um todo subjacente á tudo que ele chamava de “Deus” ou de logos, palavra originado do Latim, e talvez nunca houve tamanha discordância entre dois filósofos como Parmênides e Heráclito, a razão de Parmênides se refere á que nada possa mudar e que por isso mesmo as impressões dos sentidos não seriam dignas de confiança, enquanto a de Heráclito deixava claro que a natureza estaria em constante transformação e que tudo fluiria, assim como as impressões dos sentidos seriam confiáveis, e sendo assim ou nessas condições a Filosofia nunca chegaria á um acordo, mas… Empédocles se encarregaria dessa tarefa ao mostrar para ambos que teriam razão em uma das suas afirmações, porém estariam redondamente enganados em outra, para Empédocles a origem da discordância se baseava no fato que ambos adotaram como argumento principal, a tese irredutível de que haveria apenas um elemento básico, se isso fosse verdade o abismo entre o que a razão nos diz e o que nossos sentidos percebem seria intransponível, segundo Empédocles constatou. Qual chegou á conclusão da noção, de que um único elemento primordial seria responsável por todas as transformações teria que ser desarticulada ou refutada, pois nem a água assim como o ar poderiam se transformar em alguma coisa, e que portanto seria impossível a natureza produzir algo á partir de um elemento básico, baseado nisso ele acreditava que a natureza se constituía de quatro elementos básicos chamados por ele de raízes, que seriam a terra, o ar, o fogo e a água, quais quando algo vivo morre novamente se separariam e poderiam ser percebidas á olho nu nas formas naturais que constituíam, para que um dia se combinassem novamente. Mas Empédocles teve mais êxito ao elucidar, que o mundo seria inevitavelmente composto por mais que apenas um elemento básico, e com isso tornando possível as transformações da natureza, mas sem que alguma coisa pudesse realmente se transformar por si própria, e acreditava que assim como todas as coisas da natureza também nossos olhos seriam compostos de terra, ar, fogo e água, e se Empédocles acreditava que o amor unia as partes para formar o todo, e somente após ele provar que a transformação da natureza surgia da combinação de quatro raízes, que ao final se separavam e retornavam aos seus estados naturais, por isso que na natureza atuavam duas forças que os chamava de amor e disputa, sendo que o que unia as coisas era o amor e os separaria seria a disputa, qual diferenciava o elemento e a força. – E Demócrito expôs ainda outros aspectos para reflexão, ao afirmar que tudo aconteceria mecanicamente ao oposto da tese de Empédocles e Anaxágoras, ele divergia das interferências espirituais sobre a vida, além de não acreditar que o homem possuísse uma alma imortal, e assim se fazia as mais variadas divergências até que chegasse o surgimento das ciências médicas óbvias, quais haviam sido fundadas por Hipócrates natural na ilha de Cós por volta de 460 a. C. E segundo asseguraria, que o meio de prevenção mais eficaz seria a moderação do ser e um modo de vida saudável, pois a saúde significaria a condição natural do homem e o surgimento de uma doença significaria que a natureza havia saído dos trilhos devido á um desequilíbrio corporal ou espiritual, qual já dizia: – O caminho para a saúde do homem está na moderação, na harmonia e na mente sã, em corpo são. E aquilo estaria tomando dimensões de um fascículo oral, através das bocas daquelas criaturas paranormais e indiscutivelmente “diferentes” numa versão mirabolante, se visto por olhares ingênuos e humanos é claro, quais reiniciariam á conversar de maneira tão envolvente, que o mestre decidiu abrir uma “conexão espiritual” com um filósofo ancestral para que eu o intercedesse, e após descrevesse essa experiência em um livro, afinal no lugar em que estávamos isso seria muito perigoso por ser de um tempo ancestral ao nascimento do Salvador, e nessas condições os Espíritos do mal também teriam o livre-arbítrio de disseminação, mas ali seria em nosso mundo e estaria tudo bem, caso não fosse inconscientemente logrado por um estudante inocente, qual estava indo para a escola mas exatamente no momento da passagem de planos de realidades acabaria parando, e com isso atraindo para si o Espírito, ao simplesmente responder uma pergunta que o mestre havia o feito, relacionado á Filosofia da Grécia antiga sobre “Alexandre o grande,” o que acabaria influenciando no propósito do mestre e distorcendo o desígnio do Espírito, e por fim tornando equivocada a invocada, e o Espírito incorporaria no corpo do raquítico e inocente jovem, que apenas sucumbia ao poder do Espírito, que por sua vez controlaria todos os comandos intelectuais e mentais do rapazinho, que se vira em reais apuros devido a impecabilidade lingüística e filosofal daquela criatura sensacional, que havia o incorporado, mesmo que inconsciente, ou qualquer traço de lucidez, além da impetuosidade comportamental no mínimo inédita ou rara, mas essa não estaria sozinha na elucidação das bases e origens da Filosofia, mas sim acompanhada da mais desconcertante fonte inesgotável do conhecimento, á que atendia pelo nome de mestre e transcendia á toda “Força Sobrenatural,” por ser a base dessas nesse mundo, e se revelava o “intercessor dos mundos não paralelos,” qual numa demonstração de entendimento pleno dilataria a luminosidade do Espírito, e lhe faria sentir-se em casa com tamanha compreensão dos sentidos e atos do Espírito, originados das “regressões espirituais” sofrida por todos os espíritos dos mortais, quais sofrerão á medida da intensidade e necessidade de “purificação espiritual” da alma, mas áquelas alturas o mestre já havia incorporado o “Pai da Filosofia” e encenaria como fosse o próprio “Sócrates,” em cima de um carrinho de cachorro-quente que serviria de mesa do júri, e nós, eu e o povo seríamos o corpo de jurados atenienses, e presenciaríamos uma performace fenomenal digna dos monstros do palco, onde o mestre no papel do “Pai da Filosofia,” que na verdade seria um homem baixo, careca e gordo, feio de doer, filho de escultor e parteira que ganhava a vida nos palcos de um teatro, ao contrário do que aparentava pela sua sabedoria, levando as pessoas á refletirem se seriam o que pensavam ser, mas que ao final acabaria sendo condenado á morte por ter colocado sob análise e a incerteza certos pudores tradicionais, e disseminar explicitamente a utopia em se manter convencido de que “sabe mesmo sem saber,” ou satisfeito com os seus próprios conhecimentos e as noções á que estariam condicionados habitualmente, mas na tentativa de revelar-lhes o tramite do verdadeiro conhecimento fora calado para sempre, nos deixando uma imagem de coragem da responsabilidade pedagógica, e que não devemos nos omitir como verdadeiros filósofos, nem que para isso teremos que dar a última gota de sangue, como Sócrates que acabara morrendo dignamente pela verdadeira Filosofia. Embora isso tudo no próximo fascículo, hoje me elucidaria de como tudo se dera início e as dificuldades de compreensão que a sabedoria tivera que enfrentar para provar a sua própria existência, assim como o “mundo em que vivemos” já fora considerada uma abóbada. Mas o fato é que ainda pretendiam falar da idade média com as falcatruas ocidentais, quando na verdade fora o mundo asiático o inventor, e mais uma diversidade de conhecimentos que foram distorcidos, ao ponto de esquecer do horário do vôo, caso eu não vos lembrasse, e mesmo que depois fosse elaborado uma distorção mental que faria tudo e todos esquecerem completamente, de tudo o que viram e escutaram como nunca esqueceram nada assim na vida, o que seria um trunfo divino universal, para manter intacto e incógnita a passagem entre os mundos não paralelos, e assegurar a Supremacia das Leis Divinas Universais, o mestre agradeceria explicitamente o povo pela maneira em que o acolheram, e se despediria dizendo que ele e o seu parceiro que seria eu, teríamos que andar á velocidade do pensamento. O que só daria tempo suficiente caso fossemos de carro, segundo eu pensava, embora ainda estaria por conhecer aquela pessoa que me ensinaria á invalidar a deficiência, ao me induzir á caminhar perfeitamente e subitamente como nunca havia conseguido até então, nem mesmo quando era perfeito, e por instantes eu poderia jurar estar andando á alguns centímetros mais alto que o chão, aquilo seria como que sentisse-me envolto por uma espécie de campo protetor, que mantinha-nos imunes ao mundo, embora tudo nada mais me seria que o poder de minha própria mente, mas até aquele momento não me seria possível fazer essa compreensão, devido as emoções que havia passado e seria demais para a minha cabeça, ao presenciar e sentir estar em outros mundos, mesmo estando nesse, e dialogar ou divergir com seres “diferentes” e fantasmagóricos, inclusive no meu mundo, e nessas condições dialogamos sobre os mais variados sistemas, alguns incógnitos ao meu entendimento até então, como… é possível ver o mesmo mundo, apenas com olhos “diferentes,” e que muitas vezes apenas seriamos influenciados por poderes que interagem ocultos aos olhares ingênuos e humanos, que lhes serão impregnados em mente desde os primeiros instantes de consciência, e nos envolvemos por inteiro á esse sentimento, que se instaurou em nosso mais profundo interior e escravizou nossas almas, mas certas mentes que transcendem como a que vos escreve certificou-se de que deveríamos dar ênfase á essa idéia, da elaboração de análises das condições humanas sob os mais variados aspectos, intelectuais e mentais ou culturais e espirituais, o que me levaria á redescobrir-me á próprio e minhas magnitudes da essência, (ê) assim como acredito que lhe ajudará também á redescobrir-se á si próprio leitor, nesse momento encantado em que desenvolverá o intelectual lendo, mas… voltando ao assunto… E… incrivelmente chegaríamos até adiantados no aeroporto, onde eu conheceria pessoas especiais e reveríamos conceitos sobre a nossa origem brasileira, mas tolamente me complicaria e colocaria tudo á perder mais uma vez, embora novamente ele me surpreenderia ao resolver-me mais esse problema, que próprio teria arrumado pela simples ausência da cautela e sabedoria, mas passado isso quando o mestre já havia embarcado, me dirijo para ir embora e rodo alguns quilômetros, mas o meu automóvel começa á me enviar sinais de que me deixaria na estrada, caso eu continuasse, e com isso o estaciono em um posto de combustível e me dirijo á rodoviária, onde pegaria dois ônibus, um para a capital do meu estado Curitiba Pr, para após pegar outro em direção de casa, em qual estaria e aconteceria algo mirabolante, como áquelas alturas já me estaria sendo um praxe. Porque quando nos aproximávamos de nosso destino, desanda uma tempestade terrível que chego acordar e prever o que iria acontecer, que fico em estado de choque interior profundo, e mesmo que estivesse sentado nos últimos bancos como por hábito, pensava em aconselhar o motorista para encostar em um posto e esperar a chuva diminuir, mas decido por me contornar dentro de meus parâmetros de existência, e num complexo da inconveniência resolvo por me conter e não vou falar nada, mas de… repente se realizaria meus temores, apenas lembro-me da chuva que ainda caia e de inúmeros corpos incompletos pelo chão, e eu ajoelhado olhando para o céu e indagando ao Senhor, por que? Bom… mas finalmente havia chegado em casa, e daria ênfase á nova velha rotina de minha vida sedentária, porém harmoniosa e constituída de condições íntimas e peculiares, pertencentes ao meu raio de alcance e consciência, lugar esse que transborda harmonia e intensamente propício para uma longa e prazerosa noite de sono, á que no mínimo teria direito segundo pensava eu, porém outra vez estaria redondamente enganado, pois passaria a noite mais turbulenta de minha vida, em que acordei todo molhado de suor e assustado comigo mesmo e de meus novos poderes telepáticos, para só após esse choque de identidade, refletindo comigo mesmo em frente o espelho me fora possível fazer uma compreensão ao todo, quanto ao que me estaria acontecendo, e o que ele queria dizer quando me havia dito que daquele momento em diante não mais teríamos que encontrar-se, á menos que desejássemos, devido a absoluta desnecessidade disso e para que não me preocupasse com isso, aquilo que no começo seria ocasional esses nossos encontros eventuais, seria para que eu nunca pudesse expor ao sensacionalismo as profecias que me eram ditas, através de ensinamentos que me eram dados nesses nossos encontros imprevisíveis, agora seria necessário apenas focar-lhe o pensamento que se comunicaríamos através da telepatia, mas… se falando intelectualmente, eu aprenderia á usar o poder da própria mente e lhe intercederia no meu subconsciente através de sonhos, que de tão reais que me eram chegavam á iluminar os horizontes e clarear todo o quarto, mesmo estando com os olhos fechados, e me faziam sentir estar nos caminhos da luz, e por fim as minhas noites voltariam á ganhar novas emoções! Isso tudo no próximo fascículo, aguarde! : Paradoxo autoral (afirmação que vai de encontro á sistemas própria do autor). Se falando mais abertamente, “O Diálogo com o mestre, que eu o chamava de Mago” trata-se do primeiro fascículo da coletânea “Livro diferente,” uma coletânea de dez livros liberta de moldes literários ou estilos poéticos tradicionais, esse fascículo traz consigo um mar de Filosofia, experiências e vivencias espirituais e raras, porém contundentes” imprevisibilidades dessa vida,” enfim o desenvolvimento intelectual humano, como sintomas vividos e analisados que abrangem a gama dos cinco sentidos humanos em toda a sua compreensão, onde esse transcende literalmente (e) e ao menos tenta argumentar e lhe incentivar ao exercício do sexto-sentido nessa vida, qual assim como a morte sempre esteve, está e estará, presente no Éter e fluí por sob nossos narizes, cujo qual muitas vezes e em muitos de nós “mentes paradoxais” nascerá do sentimento da inegável diferença do “mundo ao nosso redor,” mais precisamente em casos como o autoral brotará da dor de ser o influenciado da vez, sob diversos parâmetros e dimensões, intelectuais, mentais, sentimentais, pessoais e espirituais, tornando-se prova viva de quão a insabedoria e a desinformação ou mesma a ausência da cautela para articular-se castiga um ser, os levando por caminhos tortuosos e doloridos como conseqüência direta da impetuosidade mal administrada, equivocadamente direcionada ás influencias dessa vida dignas do poder e capazes de assolar a vida desse “inseto que ás cutucava,” e os tratava como aos demais cidadãos nacionais, embora acabaria mexendo com o seu “eu” e os levando á reflexão interior tão necessária quão menosprezada por próprios, porém com isso também acabaria se prejudicando intensamente e próprio acabaria privando-se de viver a vida, como recentemente ou talvez deveria dizer de “11 anos” para cá até então, em que mesmo inconsciente como tal transcenderia á própria razão e passaria á ver o “mundo em transformação,” como uma máquina humanamente arquitetada por tendências dignas da consumação evolutiva e gradual, determinante das “condições vivenciais” formadoras de concepções filosofais e paradoxos mentais, embora só contemporaneamente consigo fazer uma análise indiretamente de meus atos no passado, dotada da compreensão maior do ser, que inevitavelmente teria que “dar a cara para bater” para que pudesse aprender á viver ou seja teria que sujeitar-se e ao espírito que me habita para que enobrecesse a mente, e dilatasse a concepção formada sobre tudo e todos os aspectos e sentidos relacionado ao “mundo ao seu redor, e certificasse-se de que irredutivelmente “só quem ás vive, é que sabe, mas… se falando mais resumidamente, eu diria que trata-se duma visão que transcende á gama dos “cinco sentidos” humanos, que implicam em sentirmos a percepção do que toquemos e sentimos e trata-se do ato de apalpar com os nossos terminais nervosos da pele, á chamamos de “tato,” outro sentiremos o cheiro desse “mundo em transformação” e trata-se de uma membrana mucosa que reveste parcialmente o interior das narinas, á que chamamos de “olfato,” outro torna-nos capazes de captarmos o som do que nos rodeia e trata-se da parte interior do labirinto ou seja a parte interna de nossas orelhas, á que chamamos de “audição,” porém o outro nos permite com que distinguimos ou degustamos os “sabores dessa vida” e trata-se de nossas papilas gustativas e a nossa língua, á que chamamos de “paladar,” e por fim o que nos permite com que nos deslumbremos com o “mundo ao nosso redor,” e constitui um par de globos visuais e se encontra em nossa retina, á que chamamos de “visão,” porém acima disso tudo se encontra o incógnito sexto- sentido que apenas se aflora no ser caso deseje isso veemente, procure senti-lo e verás que seria você quem não se permitia ver com “olhos da verdade” as mesmíssimas coisas, nesse momento então sentirás a distorção intelectual referente aos nossos verdadeiros poderes ocultos e inativos, mesmo sem que nunca foram acessados ou atingidos, cujo quais muitas vezes e muito de nós permitimos com que tais sentimentos nos passem despercebidos durante uma vida inteira, por manter-nos presos ao materialismo e focados á essa realidade á que fomos condicionados e sem resistência sucumbimos, por pensarmos tratar-se do único meio de existência, desde os primeiros instantes em que adentremos nessa esfera de dependências materiais, onde o nível de ostentação será determinante do grau de poder na matéria e posição social do cidadão nesse “mundo em transformação,” e das “comodidades dessa vida” que pode ser extraordinária com direito á felicidade almejada e o poder da imagem publicitária, nesse jogo de posições e poderes humanamente arquitetados, que apenas são o que são porque dizemos isso á nós mesmos á todo momento, sob vários aspectos e sentidos, e próprios intensifiquemos o que nos fora ensinado gradativamente, segundo o raio de extensão de poder material conquistado pela essência (s) do portador ou mesmo herdado do ancestral, enfim as nossas capacidades individuais, inatas e espirituais que por nós próprios serão menosprezadas como tais, hoje procurarei descrever uma onda de motivos justificáveis ou no mínimo plausíveis, para que torne “esse de que lerás” mais envolvente e incontestavelmente “diferente,” qual abordará os mais “diferentes” e individuais termos de vivência, descrições do Cosmo e tudo á que esse pertence, e… muito mais, mas por enquanto contemplará uma peripécia mirabolante que transcende á consciência humana, que nos fora impregnado em mente desde os primeiros instantes, em que viemos á esse “mundo em que vivemos.” É um livro constituído de diferentes estados mentais do autor, pelo caminho em busca de sua impecabilidade “ressurgida das cinzas,” cujo qual fora subtraída de forma súbita, inadmissível essencialmente, porém que dilatou uma mente e tradutor dos sentimentos mais sinceros do mais profundo interior do escritor, ou talvez deva dizer a dor expressa poeticamente, onde quem vos escreve se faz presente um verdadeiro narrador que interage poeticamente disseminando o entendimento e a necessidade do amor, estabilizando e harmonizando uma mente através de letras, as mesmas que descrevem um acontecimento e transmitem o pensamento ou descrevem se necessário os martírios e as felicidades de uma vida inteira, claro, num estilo socrático, originado do subconsciente de um amador que pega uma caneta na mão e se transforma em doutor, a qualidade literária descrita intelectualmente em concordância com a alma, relacionado á dor de ser o que é, um “artista calejado” que vive enfurnado como um bicho-de-pé, desenvolvendo a literatura do mais alto nível intelectual, que procura abranger as mais variadas áreas do saber humano numa estirpe filosofal, das quais muitas vezes pensaremos não ser necessário conhecer se perguntados, embora muitas vezes na verdade seremos simplesmente criaturas omissas, ou seres fracassados numa visão intelectual e objetiva digna da sabedoria, e apenas “pensaremos saber mesmo que muito pouco saberemos,” como já dizia o intelecto imortalizado – que o conhecerá no próximo fascículo,- e reconhecido somente muitos séculos depois de sua morte, ainda num remoto passado que transcende em 399 anos, ao nascimento Daquele que por nós próprios fora crucifixado, qual simplesmente, porém honrosamente, também é um personagem desse livro incontestavelmente “diferente,” indiferente se mero coadjuvante ou protagonista desse espetáculo da Filosofia, contida no paradoxo mental desse “artista calejado” que acreditou nesse sonho encantado filosofal, um livro que lhe deixa consciente de que será em nossos momentos mais ocasionais, que teremos o privilégio de obtermos mesmo acordados os ensinamentos abstratos e espirituais, quais nos serão enviados pela inconsciência como tais e tratam-se de nossos paradigmas filosofais inatos e individuais, que muitas vezes pensaremos tratar-se de pensamentos irracionais e nos mantemos inconscientes desses poderes sentimentais, cujo quais basta que os procure dentro dos próprios paradoxos mentais. Aqui as “aspas” serão meras coadjuvantes desse espetáculo literário, materializado através das mãos desse “artista calejado,” que humildemente enaltece a mais nobre arquitetura Divina literalmente (e) que aspira tons da imperfeição e usa parcialmente o poder da própria mente, que articula-se baseado em suas capacidades de impor-se ao “mundo em que vivemos,” de se ditar leis que um povo deva acatar e condicionar-se aos parâmetros dessas elaboradas propriamente, á partir de um nível de raciocínio democraticamente correto e sabiamente desenvolvido por uma mente que transcende, indivíduo considerado eclético portador de um intelecto enaltecido ao mais alto grau racional e intelectual, que ao final de sua performace existencial ou deva dizer “direito de permanência” enfim da vida, alguns é claro, deixem o seu nome imortalizado, á mais lamentável criatura tradutora da deterioração do “mundo em transformação,” onde terás que submeter-se ao maio baixo nível social e traduzir a decadência visual, tudo será uma questão extremamente individual e obviamente resultante do “mundo ao seu redor,” com condições pertencentes á influencias determinantes da magnitude, do raio de poder de extensão ou escassez material do ser, mas… primeiramente, saiba que essas serão restritas ao “Poder da Criação,” e seu filho “Jesus Cristo,” muitas vezes transcendendo aos parâmetros ortográficos da literatura, assim como “as aspas” estarão expressas pela literatura diferentemente de como estão até então, onde ás vezes terão outro intuito segundo a necessidade literária será a sua flexibilização, basta que foque-se á essas e verás que flexibilizam-se irrestrito para um mais amplo entendimento, quais como tais determinam e definem o que ou quem é realmente um “Deus” e essencialmente “diferente,” ou no mínimo interessante de se ler, ao mesmo tempo em que traduzirá simples abreviações de nomes ou coisas importantes e fundamentais, ou mesmo sugestivas, enfim essas viajarão por essa peripécia literária e espero eu que atinjam a elucidação necessária. Com a sua licença, vos apresento os meus erros conscientes, se visto num parâmetro ortográfico e formal, áquele e áquela ou áquilo. Mas isso tudo fora elaborado, no intuito de harmonizar ainda mais as literaturas interessantes e envolventes, que certamente iluminarão vossas mentes, quais diversificam sua verbalização e descortinam os estilos de expressão, siga viagem literária e veja como esse ficara, ficaste ou mesmo ficou, pois foi ou fora só pensando em você, mas quanto ao veredicto unicamente caberá aos seus conceitos leitor. Verás que a poética aqui desenvolvida abrange diversos paradoxos mentais, intelectuais e espirituais, e difunde as artes e estirpes culturais, através de um jogo literário e poetizado, trazendo um mar de informação cultural, ao mesmo tempo em que é suficientemente capaz de lhe proporcionar uma harmonia mental, resultante do enobrecimento da mente adquirido simplesmente lendo, o primeiro livro expresso de maneira paradoxal e elaborada artisticamente por um anônimo competente, que por sua vez ou por pura competência se extravasa poeticamente, e sonha acordado ter sido quem “verdadeiramente” criou um novo estilo literário, denominado a “Filosofia poetizada” que interage poeticamente, a qual trata-se da dor do viver e procura libertar a alma do ser, não é uma literatura cansativa devido a inexistência de repetição das mesmíssimas palavras no mesmo poema, ao menos, apenas algumas raras e imprescindíveis. Mas prepotências á parte e “Deus” é brasileiro, não sei, agora o que me preocupa leitor resume-se á que o poder não transcenda a sabedoria e torne incerta a nossa inexeqüível, porém coloquial lingüística brasileira, ou seja na verdade eu tema que a Supremacia Territorial transcenda ao objetivo intelectual, ou á expressão cultural, e… simplesmente estaremos distorcendo o mais nobre idioma mundial, baseado nisso esse de que lerás estará descrito em português original, ou seja fora do “Novo Acordo Ortográfico” estipulado recentemente “ou deveria dizer” como aprendi com alguém que irás conhecer, embora o “narrador” que também serei eu, estarei sendo apresentado “através desse estilo de letra que estarás lendo” e não poderei usar essa palavra, devido que esse termo será pertencente aos dois personagens do livro, o escritor como um “mero coadjuvante estilo aprendiz” que também o interpretarei, e o “protagonista” dessa história inusitada que descobrirá tratar-se de um mestre, vindo da terra em que fora assinado esse “Acordo Ortográfico” em Lisboa- Portugal, o que resultou na “Nova Correção Ortográfica” de nosso país. Mas… se falando ortograficamente, o Brasil se articula baseado no “Formulário Ortográfico de 1.943” e sofrera alterações em 1.971, e… os demais países que falam a língua portuguesa seguiram o “Acordo Ortográfico de 1.945” e sofreram alterações em 1.973, e pode se dizer que essa prolongada divergência originada das diferenças de escrita, entre os países chamados lusófonos, quais assim como os tecidos de nosso corpo humano serão oito, estarão com os seus dias contados, devido que em 1.990 todos os países de língua portuguesa assinaram o “Novo Acordo Ortográfico,” qual poderá variar de país para país, e ainda estará decretado oficialmente apenas no Brasil, mas o mais enaltecedor disso tudo segundo o mestre comenta, é o fato desse “acordo” ter sido assinado em sua terra atual, qual apenas nascera aqui no Brasil, e verás que baseado nisso nós nos flexibilizaremos em prol da cultura, e daremos até a última gota de sangue se necessário pela causa nobre e pedagógica que transcende ao orgulho autoral, e se faz presente essencial no processo em busca do amplo entendimento nacional no mundo literário brasileiro, na tentativa de abrir as portas desse para que pessoas que não dotam o prazeroso e intelectual exercício mental da leitura, talvez por transtornos causados pela ausência da elucidação, sintam-se bem-vindos! No princípio descobri isso ocasionalmente, admito, mas com o passar do tempo foram dilatando os vínculos entre tais realidades, e não mais me seria apenas pura coincidência, o fato da cidade em que fora assinado o “Novo Acordo Ortográfico” entre as nações do idioma português, também seria onde residiria a pessoa que estaria em meus sonhos, e ambos os casos tratarem-se de Lisboa-Portugal, mas… se falando sinceramente, esse ente por fim acabara tornando-se no “protagonista” dessa viagem por um lugar encantado, denominado “Terra da magia,” que no próximo fascículo ficarás conhecendo detalhadamente. Hoje lerá o poder da mente expresso poeticamente de maneira imparcial, ao mesmo tempo em que viajará por mundos mirabolantes e mentais, sem nem mesmo que seja necessário se tirar os pés do lugar, onde possivelmente você enobrecerá mentalmente através de uma rajada da mais pura inspiração, que segundo acredito propriamente do fundo do meu coração, ilumine vossa concepção e lhe incentive á capacitação individual, em saber se distinguir e proporcionar as conseqüências e dimensões que causará posteriormente á sua decisão pessoal, como se ler um mero livro indiferente a sua magnitude literária e racional, que de certo modo inevitavelmente habitará o seu molde mental, então cuide muito com a sua opção de leitura, em se escolher o influenciador de concepções e suas dimensões de cultura, que esse não sucumba á nenhuma metodologia parcial ou sistema arquitetado político, religioso ou profissional, e… se possível esse seja amplamente discernível ou diria entendível que já será o suficiente, caso decida dar um voto de confiança para esse escritor anônimo momentaneamente, que nacionalmente ainda irá surgir literalmente (e) para que você possa sorrir e o mundo literário brasileiro ser mais feliz. E como que de praxe, haverá momentos em que seremos vítimas de nossos próprios sentimentos e procuraremos lugar nessas linhas para desaparecer se perguntados, quando na verdade apenas nos sentiremos alvos fáceis da consciência, constituída e amparada numa gama de preconceitos arquitetados humanamente, esquecendo da nossa real condição temporária e irredutível que consome o nosso” fio da vida,” afinal assim como esses segundos atrás que passaram durante essas palavras de que escrevi não voltarão jamais, e para onde foram? Como eu havia ficado após esse último acidente considerado de “grande monta,” que… {á cada 1.000 acidentes uma pessoa sobrevive, á cada 10.000 além de sobreviver se recupera e apenas á cada 100.000 se recuperam extraordinariamente, como no meu caso.} Segundo estudos da O.M.S, “organização mundial da saúde.” Mas… se bem, que levei “11 anos” para que chegasse á esse consenso literário de que contemplará, claro, se “Deus” permitir e a sua consciência aprovar. Pois… vulnerei a minha impecabilidade nesse último acidente de maneira contundente, qual por isso havia me abandonado e não havia nada que eu pudesse fazer para voltar atrás, e me olhando no espelho destruído me sobreveio um pensamento em mente, o que apenas hoje serei consciente de que aquilo nada mais seria que a manifestação do subconsciente, que á partir daquele momento em que eu havia recusado-me á essência (ê) de ser o que era, então deixaria a minha alma nas mãos daquela voz que me habitava a inconsciência e “aquilo” passaria ao comando de meus atos em concordância com o meu consentimento, embora tive que me permitir sistematizar a mente literalmente, (e) e me focar nesse desafio de maneira incessante, á toda hora e á todo instante, que… se necessário escravizaria até a minha alma em prol do mundo literário, segundo me assegurou quem me habita o imaginário, o que para minha sorte e felicidade do mundo literário brasileiro seria alguém que havia nascido á alguns milhares de anos atrás, “a primeira vez “ e creio eu que procura descrever-se talvez através do protagonista desse espetáculo da Filosofia, não sei, descobri isso apenas na conclusão desse acervo do pensamento ou simplesmente pressinto isso, mas indiferente á isso eu me desmancho em linhas e me transporto através de letras somente por merecimento, adquirido só após superar o meu tormento, subir os calvários de sofrimentos ou diria “de joelhos” e agradecer á “Deus” por passar por tudo o que passei, porque na época extremamente vulnerado assim pensei, o que me levaria á constatação de que, o que eu havia perdido jamais iria voltar, e… em frente do espelho assim falei á mim mesmo: – “Se o corpo ficou á desejar, muito bem, a mente pode viajar, e… decidi obedecer irrestrito ás suas vontades, e posso dizer que á partir desse pensamento me pus á escrever inicialmente em papéis de maços de cigarros durante três dias contínuos, cujo quais para minha desilusão os prováveis primeiros legados desse “artista calejado” acabariam sendo queimados, porém escreveria mais algumas milhares de folhas em concordância com essa voz que se expressava através de minhas mãos, embora não veria a hora de acabar com essa maratona literária de que desenvolvo á mais de “11 anos” para cá, “três” nesse último trabalho literário, embora isso apenas torna mais enaltecedor o sentimento de realização autoral, ao mesmo tempo em que á cada dia mais dilata em mim a esperança referente á sua aceitação no mundo literário brasileiro, assim como do meu destino no “mundo dos apontamentos,” justamente no momento em que próprio sinto o fundamento presente em minhas palavras, as quais me são originadas do raciocínio dos dias atuais, em que tive que abandonar a minha imagem socrática para que pudesse concluir esse sonho encantado, e baseado nas mais “diferentes” provações dignas do sofrimento, estilo psicológico e místico, numa terra em que se aprende desde muito cedo á dar valor para as coisas, e a literatura infelizmente não será uma dessas, o que pode se dizer que causa complexos mentais e gera “conflitos genéticos ou desagrados familiares,” mas posso sentir que as forças do bem contribuirão para o êxito de materialização, “desse” que virá ao mundo literário brasileiro unicamente com o intuito de auxiliar no entendimento nessa guerra da desinformação, indiferente se estarei vivo para ver isso, tenho consciência de que se a humanidade não atingir o entendimento coletivo como sendo um hábito imprescindível, e constituam uma etnia intelectual e culta á âmbito mundial ainda antes que nos extinguimos, a minha parte eu fiz e sei que colaborei para o seu início, pois realmente aceitarei o desígnio que me fora proferido e focarei todas as minhas atenções á esse sagrado desafio, que se vencido significará que as portas desse “mundo em que vivemos” se abririam para esse “artista calejado,” cujo qual tivera o seu propósito maior alcançado. Por isso… se liberte do escravismo da mente, a consciência seremos próprios quem arquitetemos, para distinguir as dimensões de nossos atos, e não para limitar o nosso raio de extensão ou capacidade de expressão, como costumamente e equivocadamente a humanidade vem fazendo de um bom tempo pra cá, afinal jamais se permita influenciar pelas cenas do passado, devido que o mundo anda e se você estiver preso á “existências já consumidas,” mesmo que inconsciente, estarás não só parado mas regredindo intelectualmente, ou no mínimo obstruindo-se de progredir mentalmente, hoje se conscientizará através de um importante momento de conscientização da vida, qual pode sim ser maravilhosa, mesmo que exista “Forças Negativas” conspirando contra o seu reinado pessoal, ou influenciando em sua capacidade de domínio de extensão intelectual, invejando o seu êxito como de praxe, por isso… elabore bloqueios mentais, para filosofar todo descaso que lhe será projetado, assim como toda forma de preconceito ás torne em Filosofia, mas… se falando mais intimamente, não que tenha que ser um museu para se viver do passado, pois como um bom nostálgico é direito seu, apenas lembre-se de que sentimentos inviáveis apenas nos envelhecem, não se preze á dar ouvidos sentimentais para “existências já consumidas,” que nem mesmo existem mais, olhe para o horizonte e se deslumbre com a sua prosperidade e o infinito de possibilidades para se projetar com prudência, e sem medo de errar, com a lucidez que apenas errou dentro dos parâmetros de uma terminologia divergente á própria Filosofia, á que tiveram a pretensão de impregnar sem sucesso em nossa mente, indiferente ao movimento dessa mão que vos escreve. Afinal dilate a mente prazerosamente, reserve um tempo só para ler, se dê esse presente e enobreça a mente, lendo algo nobre e mirabolante, ao mesmo tempo em que condizente ás reais necessidades culturais de um povo, onde eu que vos escrevo dediquei-me de todo o meu ser ao descrever o verdadeiro poder de uma mente, assim como que ainda um dia o homem já direcionou-se mais intelectualmente, rumo á evolução do ser ao todo, embora usamos nossos conhecimentos universais para nos tornar mais dependentes da matéria, segundo o grau de nossa capacidade de ostentação e vaidade, mas caso você conhece á ti mesmo perfeitamente, de maneira suficiente para ser feliz, parabéns, leia apenas para relaxar a mente e seja muito bem-vindo ao mundo do “Livro diferente,” afinal á partir de algumas linhas esse será expresso poeticamente, através do melhor idioma mundial incontestavelmente. Nesse momento eu que vos escrevo, lhes convido á fazer uma viagem intelectual descrita literalmente (e) de maneira filosofal, ou talvez eu deva dizer desses lindos olhos que estarão presenciando a articulação dos dedos de um “artista calejado,” que expressa-se emocionado o que lhe fora designado, e interage transbordando eficiência poeticamente, tornando o conhecimento algo que dilate o pensamento, lhe enchendo de paz de espírito, iluminando o seu coração e construindo
2 03 2011
leandro j. ecker cpf-838.632.499-68
O DIÁLOGO COM O MESTRE. QUE EU O CHAMAVA DE MAGO. Índice: (lista detalhada dos assuntos) ASPECTOS LITERÁRIOS………………………………………..pag-5 PREFÁCIO………………………………………………………………..7 á 17 PARADOXO AUTORAL…………………………………………18 á 25 O SINAL………………………………………………………………….28 á 41 O ENCONTRO……………………………………………………….43 á 149 A SINA………………………………………………………………….150 á 227 O DIÁLOGO TRANSCENDENTE………………………..228 á 263 A TERRA DA MAGIA…………………………………………………… ASPECTOS LITERÁRIOS. Leitor, esse livro possivelmente seja único no mundo literário, não como cada qual é simplesmente, mas devido á que não segue nenhuma estipe literária já existente, qual se fundamenta e não se limita á um tema específico apenas, e desde já fique sabendo que esse fora constituído em três estilos e dois tamanhos de letras diferentes, sendo esses: O diálogo entre os personagens do livro estará expresso no estilo de letra Century Gothic, tamanho 10, como essas aqui expressas até então, o segundo será expresso no estilo de letra Georgia e tamanho 12, além de que como podes ver estará levemente distorcido pelo efeito Itálico, assim como o prefácio, estilo esse pertence ao narrador, porém o terceiro estilo será Tempus Sens ITC tamanho 12, e significará as palavras que transcendem ao dicionário contemporâneo, ditas já um dia pelos autores vivos e os imortais, onde a nova verificação ortográfica será inexistente. E… assim fora constituindo-se um livro de contos mirabolantes, de um mundo invisível á consciência humana, porém possível de se viver desde que deseje isso de verdade. E, saiba que… aqui “literalmente” será uma palavra dual no livro, sendo que quando houver um (m) posterior á palavra, significará apenas “um termo de referência ou uma mera maneira de expressar-se,” e quando houver (e) significará “do escrito,” assim como… “essência” traduzirá “idéia principal” e será representado através do (s) e quando for através do (ê) significará “natureza” e ambas as siglas estarão descritas em estilo de letra Alegerian tamanho 8. Mas tão logo se certificará de que tudo fora feito para que harmonizasse as literaturas, devido que os seus sentidos se condicionarão á literatura visivelmente, tomando caminhos amplamente diferentes. Mas… se falando mais abertamente, se faz presente em todas as formas de letras. Assim como, quando os espíritos ainda estarão presos á uma massa corpórea e humana estarão em “letra minúscula,” e quando encontram-se libertos e absolutos pelo “mundo do abstrato” esses estarão descritos em “LETRA MAIÚSCULA.” Ou como os números ordinários, os normais também estarão expressos apenas de maneira literária até o dez. PREFÁCIO. (que antecede uma obra escrita) Caro leitor, imagine você, se nos momentos em que se encontrasse absolutamente sozinho lhe aparecesse um pequeno sinal na tela do computador em que estivesse trabalhando, seja de mesa ou portátil, enfim lhe perseguisse para onde você se dirigisse, e quando saísse para fora em campo aberto se transformasse em um portal cor de rosa cintilante, estilo barroco, até que um dia você decidisse seguir esse portal e através de uma cena desconcertante perante as pessoas, se assegurasse de que aquilo seria pessoal, e apenas se revelava para você, mas o resto do “mundo ao seu redor” não veria nada, e baseado nesse fato resolvi dar ênfase á essa idéia, e… a minha vida acabaria virando de cabeça para baixo literalmente. (m) Pois nem imaginaria onde aquilo me levaria, mas acabara me levando á lugares maravilhosos que sempre desejei estar, mas nunca me dava o capricho e outros que me dilatariam a espiritualidade, me levariam á ver o “mundo em que vivemos” com “olhos da verdade” e de maneira bem “diferente” de como pensamos ser, assim como á si próprio e ás reais magnitudes ocultas e abstratas que todos portemos mas seremos raros os que conhecemos, e parcialmente á usaremos, tanto para o Bem quão para o Mal dos seres terrenos, onde poderemos salvar uma vida ou torná-lo uma mente suicida, nos ajudemos de verdade e enaltecemos o nível de solidariedade ou próprios nos prejudicaremos e até nos destruiremos, tudo será uma questão de conscientização desse poder que origina da sensibilidade do individuo e obedece o coração, ficaria consciente do verdadeiro poder de uma mente após um diálogo com a sabedoria ancestral que lavou-me a alma e me dilatou a mente, através de um encontro com um Espírito de um pajé guarani vindo de um passado muito remoto, onde era o Conselheiro do Rei da Civilização Inca, isso tudo em uma aldeia indígena de seguidores da “união dos vegetais,” quais se fascinavam ao contar de como surgiu esse poderoso chá, o que dera origem á mais uma lenda também e resultaria em mais uma pequena fábula de outro diálogo nosso, mas posso assegurar de que lugar esse também admito ter vivido altas emoções, como cada qual desses lugares me proporcionaram momentos raros e acontecimentos mirabolantes, até que chegasse á essa figura que estaria sempre em meus sonhos, mesmo nunca tendo visto essa antes, com quem teria um diálogo que transcendia á compreensão humana e tratava-se de um mestre, que equivocado eu o chamava de Mago, devido que em meus sonhos esse elaborava mágicas inacreditáveis na versão da lógica e da consciência, embora estivesse redondamente enganado com seus poderes e de como esses se manifestavam pelo indivíduo que estivesse sendo abordado, afinal não tratava-se de raios-laser nem obras de magia, ou alguma espécie de poder de força de como esperava, mas simplesmente esse seu poder teria a sua origem intelectual e se revelava através de palavras incógnitas á imaginação humana, porém dignas da sabedoria que constituíam um paradigma filosofal, usado na decifração de problemas dessa vida, á quem eu pretendia descrever a minha biografia de vida e as experiências abstratas que me estavam acontecendo com meu “eu,” mas primeiro me elucidaria um fragmento da origem do mundo que eu nem mesmo sabia o motivo daquilo inicialmente, mesmo sendo visível em mim o desejo por conhecimentos para que chegássemos á um consenso e próprio certificasse-me de que a minha sina, propriamente havia arquitetado com o poder da própria mente, mas até que chegássemos á esse raciocínio teria que escutar um sermão em alto tom de voz, á respeito de cada magnitude e as suas responsabilidades no “mundo do ocultismo,” para que eu aprendesse de uma vez por todas com aquilo, assim como nada e ninguém já nasceria apto para a vida e todas as descobertas significativas haviam sido desenvolvidas por “mentes paradoxais” ao sistema vigente, exatamente como a minha, segundo ainda me asseguraria, e mesmo que me mantivesse tomado de fascínio por suas sábias palavras dignas do conhecimento, somente lhe obedeceria e procurava lhe escutar, mas até que chegássemos á esse consenso em um lugar encantado, ouviria o que jamais esperava ou mesmo conhecia, para só após descrever a minha vida transgredida ao mais alto grau e razão pela qual me tornei o que sou, um “artista calejado” que transcende o poetizado, porém transbordou-me a luz em minhas bases culturais e espirituais, tornou-me consciente de que o conhecimento teórico habita a nossa mente mas a capacidade de desenvolvimento do poder de raio de extensão habita as nossas mãos, e baseado nessas condições teremos que usá-lo com sabedoria para que tenhamos êxito ao expressar o artista que nos habita, ou ao menos os sentimentos do portador de que “só quem ás vive, é que sabe,” o que se passa na mente de uma pessoa que estará intercedendo uma fonte de conhecimento que abrirá os caminhos dessa vida, como tal terás que transcender inúmeros obstáculos que muitas vezes se revelam intransponíveis aos olhos do anonimato, porém todos contornáveis á uma pessoa de essência (ê) e determinantes da impecabilidade do ser, não permita-se abalar por essas pequenas obstruções elaboradas humanamente nem influenciar-se negativamente a sua paz de espírito, e hoje seguradamente vos falo, não brigue com a sua filha ou esposa, não perca o jantar e o jornal, isso será imprescindível á formação do ser e inevitável á convivência entre os seres vinculados geneticamente e amorosamente, causado pela rotatividade do convívio diário que gradativamente se desfaz e aos seus encantos, use a prudência em suas palavras para que não acabe influenciando muitas vezes uma vida inteira, para que soubesse distinguir que toda forma de manipulação psíquica e mental, nada mais será que ênfase da própria consciência do portador, e a sua intensidade será determinada pelo seu nível de sensibilidade, e sendo essas nossas reais condições teremos que nos apegar aos defeitos da própria ferida e rever os nossos poderes, para que possamos transcender á hipotética condição á que nos condicionamos desde muito cedo, como frutos das gerações que escravizavam a alma e interagiam apenas pela consciência propriamente arquitetada, embora entro em confusão mental toda vez em que penso no que resumiu-se minhas perspectivas de vida, mas admito não mais viver sem a literatura, ao ter me decidido dar início á esse sonho literário que materializado significará que todos os desejos desse “artista calejado” foram devidamente saciados, que com a permissão divina você lerá ainda nesse fascículo que estará prestes á iluminar vossos horizontes mentais, através de revelações que lhe induzem á reflexão quão ao seu “eu,” mas experiências essas como mais tarde em outro fascículo descreverei exatamente, de como me senti quando estive aqui em meu, em nosso “mundo em que vivemos,” mas até então como quem nem percebesse isso tudo continuaria concentrado em suas sábias palavras, como antídoto á que enlouquecesse com tamanha diferença de medidas e existências, e lhe faria perguntas utópicas de maneira incessante e desconcertante, como quem queria visivelmente lhe desconcertar, embora estaria redondamente enganado com aquele velho, porém sábio homem, enfim isso tudo em um mundo extremamente “diferente,” e momentaneamente possivelmente isso seria o que contribuía parcialmente para a minha sina naquele momento delicado segundo ele, mas que na hora extrema eu havia sido iluminado, e passaria á dotar consciência da existência de que algo me habitava o subconsciente, ao que eu pensava resumir-se o diálogo que teríamos naquela tarde, que descreverei nesse primeiro fascículo que apenas dará início á uma viagem que transcende aos parâmetros do raciocínio humano, e lhes deixará consciente do poder da própria mente, mas isso tudo seria apenas um detalhe se comparado ao que nos aconteceria ainda naquela lua, certas peripécias mirabolantes e quase indescritíveis, caso não me fosse de praxe descrever o além de que estaria prestes á presenciar, pois quando me dei conta estávamos caminhando rumo ao “mundo do desconhecido,” lugar esse em que apenas não adentramos porque eu ainda não estaria preparado para isso, e nem havíamos trazido conosco as batas voadoras, e o retorno á esse mundo abriria uma entrada no ar á uns 20 metros de altura do chão, e poderia tornar a nossa volta em uma tragédia ou no mínimo não seria uma boa idéia, segundo o mestre depois me asseguraria também que quando fosse o momento certo eu saberia, assim como outro dia me ensinaria hipotéticos macetes da parapsicologia, como que… desde os nossos primeiros instantes de vida já teríamos a nossa aura, a nossa identificação por seqüência ou vibração, e segundo as leis do Universo você terá por direito assegurado 33 oportunidades de dilatar-se energicamente com suas almas gêmeas, para elaborar a evolução do ser durante toda a eternidade, sendo 16 de cada força oposta e a nossa própria alma, centralizada no eixo magnético do chacra central, pois nossas chacras serão nossos pontos essenciais de energia individual, e nessas condições obviamente se explicaria a felicidade em se viver uma vida inteira apenas com a primeira que encontrou, bastando que se auto conheça primeiro, e que deveríamos valorizar mais o caráter pessoal e enaltecer o amor próprio, acima de todo ou qualquer aspecto, interagir procurando dilatar a compreensão ás pessoas, desviando de toda ou qualquer influência negativa projetada por alheios, e enxergar que nada mais são que “crianças grandes” inconscientes de suas atitudes na essência, (s) e com isso eliminando o seu poder psicológico, e que a lei da justiça e da obviedade, quando sua imaginação fosse boa e construtiva não haveria motivo para hesitar em sua decisão, mas para que isso se tornasse possível ás nossas próprias condições, teríamos que sermos conscientes para administrar corretamente os poderes da nossa própria mente, evitando que pensemos em coisas negativas e pensamentos tristes, porque basta que inicie á pensar em algo que lhe deixa conturbado e altere o seu quadro emocional que a ênfase é natural, e com o poder da própria mente o transformará em um inferno mental, que muita vezes se revela através de suadores gelados, caso não trate-se de uma incessante dor de cabeça ou terríveis enxaquecas, capazes de distorcer sua interpretação ao mundo em que lhe rodeia e inverter os sentidos. E que o dia em que o homem descobrisse o poder da sua mente, teríamos um mundo bem mais estabilizado intelectualmente, com milhões de cidadãos conscientes da missão universal, em amparar o mais necessitado ou vulnerado e amar mais o seu próximo, diminuindo gradativamente até que elimine definitivamente o abismo social existente, por todos termos uma missão muito importante, não apenas espiritualmente mas sobre todos os aspectos, condizendo á força maior de todo o Universo, que resume-se ao desenvolvimento da matéria ao todo, visando a prosperidade espiritual e material do ser e do “mundo ao seu redor” dilatando os conhecimentos do Universo e vivendo uma vida de riquezas, desfrutadas através da mais pura harmonia, como obter os respaldos do que pelo seu caminho fora semeado, tipo amar e ser amado, se criar e ser criado, e… ajudar e ser ajudado. E para que ficássemos conscientes, de que a Suprema força universal resume-se ao amor, qual nos permite com que controlemos nossas emoções e dilata a nossa capacidade de compreensão, assim como nos dota do poder de inverter todo e qualquer quadro ou situação, desvinculando a nossa aura á toda impressão negativa e nos mostrando os caminhos para a felicidade nessa vida rumo á evolução, e segundo os termos da parapsicologia existe diversas expressões de almas, mas… se falando mais abertamente, o objetivo cósmico dessa reunião com as 33 almas é mantê-las sintonizadas á você, com o intuito da ênfase á sua dilatação mental, emocional e espiritual nesse “atalho temporário universal,” á que chamamos de vida, porque no mundo das almas gêmeas teremos sete opções de estar, positivas ou negativas, assim como seríamos mais dilatados intelectualmente ainda quando fossemos crianças, por permanecermos mais tempo no subconsciente e por conseguirmos nos identificar mais amplamente com alguma ficção, á tal ponto em que nos tornaremos no que mentalizarmos inocentemente, por vivenciar a vida como fossemos aquilo, apenas nas condições reais desse mundo. Também que ninguém viria á esse mundo apenas para sofrer, mas com o direito de tentar ser feliz e se expressar, á partir do momento em que dotar consciência de sua existência, porém quando se dá início aos pensamentos em um ser, deverá saber distinguir muito bem suas mentalizações elaboradas em alpha, que trata-se do seu mais alto grau emocional, onde teremos o livre-arbítrio para adentrar em ambos os lados opostos e tudo o que á esses pertence, porém a consciência não se manifestará nesse momento em que estaremos sendo administrados por instintos num momento de absoluta inconsciência, ou deva dizer ampla lucidez em que analisemos a consciência como sendo nada mais que uma elaboração arquitetada humanamente, onde complexos serão apenas uma articulação de coisas negativas em seqüência sob o acorde do pessimismo propriamente arquitetado, devido que cativará essas mentalizações para a sua vida inteira, indiferente se negativas ou positivas, e apenas quando a pessoa atinge o seu grau máximo de aflição ou desespero capaz de o levá-lo ao êxtase emocional, é que atinge esse estado mental, á que chamamos de alpha ou tetha, qual será o estado mental que atingimos quando desejamos receber Fenômenos paranormais ou fora do limite, e pode se dizer que é o mais profundo estado mental de todos, mas que tudo seria possível somente á partir do momento em que nos permitíssemos ver com “olhos da verdade,” então presenciaríamos que não estamos sozinhos, assim como atrás de uma linda imagem poderá existir um abismo e ocultar perigos que transcendem a capacidade humana, o que ainda nesse nosso diálogo ficaríamos consciente, e assim me elucidaria uma infinidade de conhecimentos que me seriam absolutamente incógnitos até então, no decorrer do meu aprendizado. Mas ao chegarmos no aeroporto assegurou-se de que faltaria algumas horinhas para sair o seu vôo, o que daria tempo suficiente para irmos até uma lojinha mística comprar um pouco de incenso natural, para ele queimar enquanto meditava na aldeia, e durante o nosso percurso até a lojinha caminharíamos de maneira inusitada e de certo modo encantada, por não tocarmos em absolutamente nada, onde eu mesmo com a deficiência de que possuo caminhei perfeitamente e muito súbito, dialogando muito alto que no lugar em que vivo chamaria a atenção de todo mundo, mas lá seria São Paulo capital, embora não deixou de reunir uma centena de pessoas aproximadamente, bem no horário de pico, quando as pessoas estariam com pressa á caminho do almoço, por estarmos dialogando á respeito de uma época que até antecedia á “Jesus Cristo” em milhares de anos, desde a origem da Filosofia, ainda quando pelo mundo só se ouvia falar de três grandes Reis, sendo o primeiro Saul seguido de Davi, que por sua vez fora sucedido por Salomão, e com todos israelitas unidos e centralizados no poder, onde viveram um nobre período de auge político, militar e cultural, no reinado de Davi. Hoje apenas me iniciaria nos caminhos do conhecimento, me conscientizando de que ainda um dia até a sabedoria já fora motivo de condena, mas isso tudo resumidamente para que eu me conscientizasse de que tudo tivera o seu início muito difícil e até obstruído, mas que ao final as mentes que transcendem provariam estarem certas, algumas mesmo que após as suas mortes, e para que não me permitisse esmorecer por nada e nem ninguém relacionado aos meus apontamentos. Mas retornando ao aeroporto, eles dialogariam relacionado aos mais variados aspectos filosóficos, políticos e literários dessa vida, conversariam sobre a cultura oriental, a língua brasileira, o mais nobre e substancial idioma mundial, fariam críticas relacionado á “Nova Correção Ortográfica” e a sua real magnitude lingüística e intenção, ficariam antenados literalmente (e) quanto ás novidades medicinais, assim como teremos histórias sobre a tripla dorsal da Filosofia “Sócrates, Platão, Aristóteles,” também de Anaxágoras de Clazômenas, Empedócles e muitos outros,” importantes nomes da Filosofia que viriam á tona através das bocas de dois Espíritos fenomenais, em plena praça pública de São Paulo, desde as primeiras correntes filosofais, sendo a ética a mais importante de todas e responsável pelo projeto da nova comunidade internacional, no caminho á verdadeira felicidade humana, e os seus métodos conhecidos para se alcançar essa. Embora bem antes de Sócrates teve vários grandes intelectuais, que os seus estudos e raciocínios filosóficos ficaram incógnitos á Ciência humana, e se mantiveram remotos das correntes filosofais da época, mesmo com suas análises extraordinárias e fundamentais nas áreas da Física e de outras ciências naturais, onde que simplesmente foram considerados homens de idéias imaginárias, por pensarem ao oposto da metodologia governamental vigente na época, e por não terem como comprovar o seu fundamento, mas realmente nenhum morreu tão dignamente com ares da ideologia como “Sócrates,” qual antes de que ingerisse um cálice de cicuta como condena, daria uma ampla demonstração da verdadeira lucidez, e deixaria claro a utopia de se viver a vida agindo contra as suas virtudes, assim como a necessidade da Filosofia nessa vida, e que seria a mais pura utopia acusá-lo de não acreditar em “Deus” mesmo acreditando e disseminando coisas de Deuses, enfim da imprescindível reflexão sobre o seu “eu,” e pode se dizer que ele seria a “mosca na sopa,” um inseto que cutucava a sociedade e os induzia á indagar-se se seriam o que pensavam ser, porém eu diria que a sua morte só tornou mais visível a contradição vigente entre as relações permanentes da sociedade de um tempo, e a real verdade ou ideal. Mas o primeiro filósofo de Atenas era natural da Ásia Menor e chamava-se Anaxágoras, que uma das tantas coisas de que falava seria que o Sol não era um Deus mas sim uma massa incandescente maior que a península do Peloponeso, mas como conseqüência do Sol na época ser considerado um Deus, aos seus 40 anos teve que deixar mais uma vez a cidade, acusado de ateísmo, acredita? Porém Anaxágoras divergia da idéia de que terra, ar, fogo ou água pudessem se transformar em ossos, peles e cabelos, pois acreditava que a natureza seria constituída e composta por uma infinidade de partículas minúsculas, invisíveis aos olhos humanos e que tudo poderia ser dividido em partes ainda menores, mas que ainda na menor das partes existiria um pouco de tudo, assim se pele e cabelo não poderiam surgir de alguma outra coisa, então eles deveriam estar presentes também, no leite que bebemos e na comida que comemos. Anaxágoras também pensava, que uma certa força seria responsável pela Criação e comportamento da espécie humana, assim como toda forma de vida, e essa força á intitulou de inteligência, o que contemporaneamente denominamos moléculas. Ou então como Parmênides de Eléia, que se recusou á aceitar toda e qualquer forma de transformação, e quanto mais analisava a sua teoria ficava mais convicto de que de certa forma ele estaria com a razão, ao não aceitar que alguma coisa poderia transformar-se em algo diferente, e pode se dizer que fora muito corajoso de sua parte, pois se negaria á enxergar o que todos podiam ver facilmente, afinal basta que se foquemos nos efeitos naturais para que atingimos o pleno conhecimento das ocorrências ou seja observando simplesmente a natureza em transformação, qual possivelmente deve ter sido considerado lunático e servido de atração para muitas pessoas na época, ou seja Parmênides só acreditava que tudo que existe sempre existiu, embora não acreditava nem quando via, e insistentemente alegaria que os sentidos nos forneciam uma visão enganosa do mundo, uma visão que não estaria em conformidade com o que nos dizia a razão, e acreditava também que como filósofo a sua tarefa maior implicava e consistia em desvendar e descrever, todas as formas de ilusão dos sentidos. Assim como Parmênides também viveu Heráclito de Eféso na Ásia Menor, qual assegurava que as constantes transformações seriam justamente a característica fundamental da natureza, e pode se dizer que ao contrário de Parmênides, ele confiava bem mais nos sentidos, qual sempre dizia: – Tudo flui, tudo está em movimento e nada dura para sempre, e por essa razão não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, isto porque quando entro pela segunda vez no rio, tanto ele quanto eu já estaremos mudados. Mas pode se dizer que Heráclito acreditava que em todas transformações e opostos haveria uma unidade, um todo subjacente á tudo que ele chamava de “Deus” ou de logos, palavra originado do Latim, e talvez nunca houve tamanha discordância entre dois filósofos como Parmênides e Heráclito, a razão de Parmênides se refere á que nada possa mudar e que por isso mesmo as impressões dos sentidos não seriam dignas de confiança, enquanto a de Heráclito deixava claro que a natureza estaria em constante transformação e que tudo fluiria, assim como as impressões dos sentidos seriam confiáveis, e sendo assim ou nessas condições a Filosofia nunca chegaria á um acordo, mas… Empédocles se encarregaria dessa tarefa ao mostrar para ambos que teriam razão em uma das suas afirmações, porém estariam redondamente enganados em outra, para Empédocles a origem da discordância se baseava no fato que ambos adotaram como argumento principal, a tese irredutível de que haveria apenas um elemento básico, se isso fosse verdade o abismo entre o que a razão nos diz e o que nossos sentidos percebem seria intransponível, segundo Empédocles constatou. Qual chegou á conclusão da noção, de que um único elemento primordial seria responsável por todas as transformações teria que ser desarticulada ou refutada, pois nem a água assim como o ar poderiam se transformar em alguma coisa, e que portanto seria impossível a natureza produzir algo á partir de um elemento básico, baseado nisso ele acreditava que a natureza se constituía de quatro elementos básicos chamados por ele de raízes, que seriam a terra, o ar, o fogo e a água, quais quando algo vivo morre novamente se separariam e poderiam ser percebidas á olho nu nas formas naturais que constituíam, para que um dia se combinassem novamente. Mas Empédocles teve mais êxito ao elucidar, que o mundo seria inevitavelmente composto por mais que apenas um elemento básico, e com isso tornando possível as transformações da natureza, mas sem que alguma coisa pudesse realmente se transformar por si própria, e acreditava que assim como todas as coisas da natureza também nossos olhos seriam compostos de terra, ar, fogo e água, e se Empédocles acreditava que o amor unia as partes para formar o todo, e somente após ele provar que a transformação da natureza surgia da combinação de quatro raízes, que ao final se separavam e retornavam aos seus estados naturais, por isso que na natureza atuavam duas forças que os chamava de amor e disputa, sendo que o que unia as coisas era o amor e os separaria seria a disputa, qual diferenciava o elemento e a força. – E Demócrito expôs ainda outros aspectos para reflexão, ao afirmar que tudo aconteceria mecanicamente ao oposto da tese de Empédocles e Anaxágoras, ele divergia das interferências espirituais sobre a vida, além de não acreditar que o homem possuísse uma alma imortal, e assim se fazia as mais variadas divergências até que chegasse o surgimento das ciências médicas óbvias, quais haviam sido fundadas por Hipócrates natural na ilha de Cós por volta de 460 a. C. E segundo asseguraria, que o meio de prevenção mais eficaz seria a moderação do ser e um modo de vida saudável, pois a saúde significaria a condição natural do homem e o surgimento de uma doença significaria que a natureza havia saído dos trilhos devido á um desequilíbrio corporal ou espiritual, qual já dizia: – O caminho para a saúde do homem está na moderação, na harmonia e na mente sã, em corpo são. E aquilo estaria tomando dimensões de um fascículo oral, através das bocas daquelas criaturas paranormais e indiscutivelmente “diferentes” numa versão mirabolante, se visto por olhares ingênuos e humanos é claro, quais reiniciariam á conversar de maneira tão envolvente, que o mestre decidiu abrir uma “conexão espiritual” com um filósofo ancestral para que eu o intercedesse, e após descrevesse essa experiência em um livro, afinal no lugar em que estávamos isso seria muito perigoso por ser de um tempo ancestral ao nascimento do Salvador, e nessas condições os Espíritos do mal também teriam o livre-arbítrio de disseminação, mas ali seria em nosso mundo e estaria tudo bem, caso não fosse inconscientemente logrado por um estudante inocente, qual estava indo para a escola mas exatamente no momento da passagem de planos de realidades acabaria parando, e com isso atraindo para si o Espírito, ao simplesmente responder uma pergunta que o mestre havia o feito, relacionado á Filosofia da Grécia antiga sobre “Alexandre o grande,” o que acabaria influenciando no propósito do mestre e distorcendo o desígnio do Espírito, e por fim tornando equivocada a invocada, e o Espírito incorporaria no corpo do raquítico e inocente jovem, que apenas sucumbia ao poder do Espírito, que por sua vez controlaria todos os comandos intelectuais e mentais do rapazinho, que se vira em reais apuros devido a impecabilidade lingüística e filosofal daquela criatura sensacional, que havia o incorporado, mesmo que inconsciente, ou qualquer traço de lucidez, além da impetuosidade comportamental no mínimo inédita ou rara, mas essa não estaria sozinha na elucidação das bases e origens da Filosofia, mas sim acompanhada da mais desconcertante fonte inesgotável do conhecimento, á que atendia pelo nome de mestre e transcendia á toda “Força Sobrenatural,” por ser a base dessas nesse mundo, e se revelava o “intercessor dos mundos não paralelos,” qual numa demonstração de entendimento pleno dilataria a luminosidade do Espírito, e lhe faria sentir-se em casa com tamanha compreensão dos sentidos e atos do Espírito, originados das “regressões espirituais” sofrida por todos os espíritos dos mortais, quais sofrerão á medida da intensidade e necessidade de “purificação espiritual” da alma, mas áquelas alturas o mestre já havia incorporado o “Pai da Filosofia” e encenaria como fosse o próprio “Sócrates,” em cima de um carrinho de cachorro-quente que serviria de mesa do júri, e nós, eu e o povo seríamos o corpo de jurados atenienses, e presenciaríamos uma performace fenomenal digna dos monstros do palco, onde o mestre no papel do “Pai da Filosofia,” que na verdade seria um homem baixo, careca e gordo, feio de doer, filho de escultor e parteira que ganhava a vida nos palcos de um teatro, ao contrário do que aparentava pela sua sabedoria, levando as pessoas á refletirem se seriam o que pensavam ser, mas que ao final acabaria sendo condenado á morte por ter colocado sob análise e a incerteza certos pudores tradicionais, e disseminar explicitamente a utopia em se manter convencido de que “sabe mesmo sem saber,” ou satisfeito com os seus próprios conhecimentos e as noções á que estariam condicionados habitualmente, mas na tentativa de revelar-lhes o tramite do verdadeiro conhecimento fora calado para sempre, nos deixando uma imagem de coragem da responsabilidade pedagógica, e que não devemos nos omitir como verdadeiros filósofos, nem que para isso teremos que dar a última gota de sangue, como Sócrates que acabara morrendo dignamente pela verdadeira Filosofia. Embora isso tudo no próximo fascículo, hoje me elucidaria de como tudo se dera início e as dificuldades de compreensão que a sabedoria tivera que enfrentar para provar a sua própria existência, assim como o “mundo em que vivemos” já fora considerada uma abóbada. Mas o fato é que ainda pretendiam falar da idade média com as falcatruas ocidentais, quando na verdade fora o mundo asiático o inventor, e mais uma diversidade de conhecimentos que foram distorcidos, ao ponto de esquecer do horário do vôo, caso eu não vos lembrasse, e mesmo que depois fosse elaborado uma distorção mental que faria tudo e todos esquecerem completamente, de tudo o que viram e escutaram como nunca esqueceram nada assim na vida, o que seria um trunfo divino universal, para manter intacto e incógnita a passagem entre os mundos não paralelos, e assegurar a Supremacia das Leis Divinas Universais, o mestre agradeceria explicitamente o povo pela maneira em que o acolheram, e se despediria dizendo que ele e o seu parceiro que seria eu, teríamos que andar á velocidade do pensamento. O que só daria tempo suficiente caso fossemos de carro, segundo eu pensava, embora ainda estaria por conhecer aquela pessoa que me ensinaria á invalidar a deficiência, ao me induzir á caminhar perfeitamente e subitamente como nunca havia conseguido até então, nem mesmo quando era perfeito, e por instantes eu poderia jurar estar andando á alguns centímetros mais alto que o chão, aquilo seria como que sentisse-me envolto por uma espécie de campo protetor, que mantinha-nos imunes ao mundo, embora tudo nada mais me seria que o poder de minha própria mente, mas até aquele momento não me seria possível fazer essa compreensão, devido as emoções que havia passado e seria demais para a minha cabeça, ao presenciar e sentir estar em outros mundos, mesmo estando nesse, e dialogar ou divergir com seres “diferentes” e fantasmagóricos, inclusive no meu mundo, e nessas condições dialogamos sobre os mais variados sistemas, alguns incógnitos ao meu entendimento até então, como… é possível ver o mesmo mundo, apenas com olhos “diferentes,” e que muitas vezes apenas seriamos influenciados por poderes que interagem ocultos aos olhares ingênuos e humanos, que lhes serão impregnados em mente desde os primeiros instantes de consciência, e nos envolvemos por inteiro á esse sentimento, que se instaurou em nosso mais profundo interior e escravizou nossas almas, mas certas mentes que transcendem como a que vos escreve certificou-se de que deveríamos dar ênfase á essa idéia, da elaboração de análises das condições humanas sob os mais variados aspectos, intelectuais e mentais ou culturais e espirituais, o que me levaria á redescobrir-me á próprio e minhas magnitudes da essência, (ê) assim como acredito que lhe ajudará também á redescobrir-se á si próprio leitor, nesse momento encantado em que desenvolverá o intelectual lendo, mas… voltando ao assunto… E… incrivelmente chegaríamos até adiantados no aeroporto, onde eu conheceria pessoas especiais e reveríamos conceitos sobre a nossa origem brasileira, mas tolamente me complicaria e colocaria tudo á perder mais uma vez, embora novamente ele me surpreenderia ao resolver-me mais esse problema, que próprio teria arrumado pela simples ausência da cautela e sabedoria, mas passado isso quando o mestre já havia embarcado, me dirijo para ir embora e rodo alguns quilômetros, mas o meu automóvel começa á me enviar sinais de que me deixaria na estrada, caso eu continuasse, e com isso o estaciono em um posto de combustível e me dirijo á rodoviária, onde pegaria dois ônibus, um para a capital do meu estado Curitiba Pr, para após pegar outro em direção de casa, em qual estaria e aconteceria algo mirabolante, como áquelas alturas já me estaria sendo um praxe. Porque quando nos aproximávamos de nosso destino, desanda uma tempestade terrível que chego acordar e prever o que iria acontecer, que fico em estado de choque interior profundo, e mesmo que estivesse sentado nos últimos bancos como por hábito, pensava em aconselhar o motorista para encostar em um posto e esperar a chuva diminuir, mas decido por me contornar dentro de meus parâmetros de existência, e num complexo da inconveniência resolvo por me conter e não vou falar nada, mas de… repente se realizaria meus temores, apenas lembro-me da chuva que ainda caia e de inúmeros corpos incompletos pelo chão, e eu ajoelhado olhando para o céu e indagando ao Senhor, por que? Bom… mas finalmente havia chegado em casa, e daria ênfase á nova velha rotina de minha vida sedentária, porém harmoniosa e constituída de condições íntimas e peculiares, pertencentes ao meu raio de alcance e consciência, lugar esse que transborda harmonia e intensamente propício para uma longa e prazerosa noite de sono, á que no mínimo teria direito segundo pensava eu, porém outra vez estaria redondamente enganado, pois passaria a noite mais turbulenta de minha vida, em que acordei todo molhado de suor e assustado comigo mesmo e de meus novos poderes telepáticos, para só após esse choque de identidade, refletindo comigo mesmo em frente o espelho me fora possível fazer uma compreensão ao todo, quanto ao que me estaria acontecendo, e o que ele queria dizer quando me havia dito que daquele momento em diante não mais teríamos que encontrar-se, á menos que desejássemos, devido a absoluta desnecessidade disso e para que não me preocupasse com isso, aquilo que no começo seria ocasional esses nossos encontros eventuais, seria para que eu nunca pudesse expor ao sensacionalismo as profecias que me eram ditas, através de ensinamentos que me eram dados nesses nossos encontros imprevisíveis, agora seria necessário apenas focar-lhe o pensamento que se comunicaríamos através da telepatia, mas… se falando intelectualmente, eu aprenderia á usar o poder da própria mente e lhe intercederia no meu subconsciente através de sonhos, que de tão reais que me eram chegavam á iluminar os horizontes e clarear todo o quarto, mesmo estando com os olhos fechados, e me faziam sentir estar nos caminhos da luz, e por fim as minhas noites voltariam á ganhar novas emoções! Isso tudo no próximo fascículo, aguarde! : Paradoxo autoral (afirmação que vai de encontro á sistemas própria do autor). Se falando mais abertamente, “O Diálogo com o mestre, que eu o chamava de Mago” trata-se do primeiro fascículo da coletânea “Livro diferente,” uma coletânea de dez livros liberta de moldes literários ou estilos poéticos tradicionais, esse fascículo traz consigo um mar de Filosofia, experiências e vivencias espirituais e raras, porém contundentes” imprevisibilidades dessa vida,” enfim o desenvolvimento intelectual humano, como sintomas vividos e analisados que abrangem a gama dos cinco sentidos humanos em toda a sua compreensão, onde esse transcende literalmente (e) e ao menos tenta argumentar e lhe incentivar ao exercício do sexto-sentido nessa vida, qual assim como a morte sempre esteve, está e estará, presente no Éter e fluí por sob nossos narizes, cujo qual muitas vezes e em muitos de nós “mentes paradoxais” nascerá do sentimento da inegável diferença do “mundo ao nosso redor,” mais precisamente em casos como o autoral brotará da dor de ser o influenciado da vez, sob diversos parâmetros e dimensões, intelectuais, mentais, sentimentais, pessoais e espirituais, tornando-se prova viva de quão a insabedoria e a desinformação ou mesma a ausência da cautela para articular-se castiga um ser, os levando por caminhos tortuosos e doloridos como conseqüência direta da impetuosidade mal administrada, equivocadamente direcionada ás influencias dessa vida dignas do poder e capazes de assolar a vida desse “inseto que ás cutucava,” e os tratava como aos demais cidadãos nacionais, embora acabaria mexendo com o seu “eu” e os levando á reflexão interior tão necessária quão menosprezada por próprios, porém com isso também acabaria se prejudicando intensamente e próprio acabaria privando-se de viver a vida, como recentemente ou talvez deveria dizer de “11 anos” para cá até então, em que mesmo inconsciente como tal transcenderia á própria razão e passaria á ver o “mundo em transformação,” como uma máquina humanamente arquitetada por tendências dignas da consumação evolutiva e gradual, determinante das “condições vivenciais” formadoras de concepções filosofais e paradoxos mentais, embora só contemporaneamente consigo fazer uma análise indiretamente de meus atos no passado, dotada da compreensão maior do ser, que inevitavelmente teria que “dar a cara para bater” para que pudesse aprender á viver ou seja teria que sujeitar-se e ao espírito que me habita para que enobrecesse a mente, e dilatasse a concepção formada sobre tudo e todos os aspectos e sentidos relacionado ao “mundo ao seu redor, e certificasse-se de que irredutivelmente “só quem ás vive, é que sabe, mas… se falando mais resumidamente, eu diria que trata-se duma visão que transcende á gama dos “cinco sentidos” humanos, que implicam em sentirmos a percepção do que toquemos e sentimos e trata-se do ato de apalpar com os nossos terminais nervosos da pele, á chamamos de “tato,” outro sentiremos o cheiro desse “mundo em transformação” e trata-se de uma membrana mucosa que reveste parcialmente o interior das narinas, á que chamamos de “olfato,” outro torna-nos capazes de captarmos o som do que nos rodeia e trata-se da parte interior do labirinto ou seja a parte interna de nossas orelhas, á que chamamos de “audição,” porém o outro nos permite com que distinguimos ou degustamos os “sabores dessa vida” e trata-se de nossas papilas gustativas e a nossa língua, á que chamamos de “paladar,” e por fim o que nos permite com que nos deslumbremos com o “mundo ao nosso redor,” e constitui um par de globos visuais e se encontra em nossa retina, á que chamamos de “visão,” porém acima disso tudo se encontra o incógnito sexto- sentido que apenas se aflora no ser caso deseje isso veemente, procure senti-lo e verás que seria você quem não se permitia ver com “olhos da verdade” as mesmíssimas coisas, nesse momento então sentirás a distorção intelectual referente aos nossos verdadeiros poderes ocultos e inativos, mesmo sem que nunca foram acessados ou atingidos, cujo quais muitas vezes e muito de nós permitimos com que tais sentimentos nos passem despercebidos durante uma vida inteira, por manter-nos presos ao materialismo e focados á essa realidade á que fomos condicionados e sem resistência sucumbimos, por pensarmos tratar-se do único meio de existência, desde os primeiros instantes em que adentremos nessa esfera de dependências materiais, onde o nível de ostentação será determinante do grau de poder na matéria e posição social do cidadão nesse “mundo em transformação,” e das “comodidades dessa vida” que pode ser extraordinária com direito á felicidade almejada e o poder da imagem publicitária, nesse jogo de posições e poderes humanamente arquitetados, que apenas são o que são porque dizemos isso á nós mesmos á todo momento, sob vários aspectos e sentidos, e próprios intensifiquemos o que nos fora ensinado gradativamente, segundo o raio de extensão de poder material conquistado pela essência (s) do portador ou mesmo herdado do ancestral, enfim as nossas capacidades individuais, inatas e espirituais que por nós próprios serão menosprezadas como tais, hoje procurarei descrever uma onda de motivos justificáveis ou no mínimo plausíveis, para que torne “esse de que lerás” mais envolvente e incontestavelmente “diferente,” qual abordará os mais “diferentes” e individuais termos de vivência, descrições do Cosmo e tudo á que esse pertence, e… muito mais, mas por enquanto contemplará uma peripécia mirabolante que transcende á consciência humana, que nos fora impregnado em mente desde os primeiros instantes, em que viemos á esse “mundo em que vivemos.” É um livro constituído de diferentes estados mentais do autor, pelo caminho em busca de sua impecabilidade “ressurgida das cinzas,” cujo qual fora subtraída de forma súbita, inadmissível essencialmente, porém que dilatou uma mente e tradutor dos sentimentos mais sinceros do mais profundo interior do escritor, ou talvez deva dizer a dor expressa poeticamente, onde quem vos escreve se faz presente um verdadeiro narrador que interage poeticamente disseminando o entendimento e a necessidade do amor, estabilizando e harmonizando uma mente através de letras, as mesmas que descrevem um acontecimento e transmitem o pensamento ou descrevem se necessário os martírios e as felicidades de uma vida inteira, claro, num estilo socrático, originado do subconsciente de um amador que pega uma caneta na mão e se transforma em doutor, a qualidade literária descrita intelectualmente em concordância com a alma, relacionado á dor de ser o que é, um “artista calejado” que vive enfurnado como um bicho-de-pé, desenvolvendo a literatura do mais alto nível intelectual, que procura abranger as mais variadas áreas do saber humano numa estirpe filosofal, das quais muitas vezes pensaremos não ser necessário conhecer se perguntados, embora muitas vezes na verdade seremos simplesmente criaturas omissas, ou seres fracassados numa visão intelectual e objetiva digna da sabedoria, e apenas “pensaremos saber mesmo que muito pouco saberemos,” como já dizia o intelecto imortalizado – que o conhecerá no próximo fascículo,- e reconhecido somente muitos séculos depois de sua morte, ainda num remoto passado que transcende em 399 anos, ao nascimento Daquele que por nós próprios fora crucifixado, qual simplesmente, porém honrosamente, também é um personagem desse livro incontestavelmente “diferente,” indiferente se mero coadjuvante ou protagonista desse espetáculo da Filosofia, contida no paradoxo mental desse “artista calejado” que acreditou nesse sonho encantado filosofal, um livro que lhe deixa consciente de que será em nossos momentos mais ocasionais, que teremos o privilégio de obtermos mesmo acordados os ensinamentos abstratos e espirituais, quais nos serão enviados pela inconsciência como tais e tratam-se de nossos paradigmas filosofais inatos e individuais, que muitas vezes pensaremos tratar-se de pensamentos irracionais e nos mantemos inconscientes desses poderes sentimentais, cujo quais basta que os procure dentro dos próprios paradoxos mentais. Aqui as “aspas” serão meras coadjuvantes desse espetáculo literário, materializado através das mãos desse “artista calejado,” que humildemente enaltece a mais nobre arquitetura Divina literalmente (e) que aspira tons da imperfeição e usa parcialmente o poder da própria mente, que articula-se baseado em suas capacidades de impor-se ao “mundo em que vivemos,” de se ditar leis que um povo deva acatar e condicionar-se aos parâmetros dessas elaboradas propriamente, á partir de um nível de raciocínio democraticamente correto e sabiamente desenvolvido por uma mente que transcende, indivíduo considerado eclético portador de um intelecto enaltecido ao mais alto grau racional e intelectual, que ao final de sua performace existencial ou deva dizer “direito de permanência” enfim da vida, alguns é claro, deixem o seu nome imortalizado, á mais lamentável criatura tradutora da deterioração do “mundo em transformação,” onde terás que submeter-se ao maio baixo nível social e traduzir a decadência visual, tudo será uma questão extremamente individual e obviamente resultante do “mundo ao seu redor,” com condições pertencentes á influencias determinantes da magnitude, do raio de poder de extensão ou escassez material do ser, mas… primeiramente, saiba que essas serão restritas ao “Poder da Criação,” e seu filho “Jesus Cristo,” muitas vezes transcendendo aos parâmetros ortográficos da literatura, assim como “as aspas” estarão expressas pela literatura diferentemente de como estão até então, onde ás vezes terão outro intuito segundo a necessidade literária será a sua flexibilização, basta que foque-se á essas e verás que flexibilizam-se irrestrito para um mais amplo entendimento, quais como tais determinam e definem o que ou quem é realmente um “Deus” e essencialmente “diferente,” ou no mínimo interessante de se ler, ao mesmo tempo em que traduzirá simples abreviações de nomes ou coisas importantes e fundamentais, ou mesmo sugestivas, enfim essas viajarão por essa peripécia literária e espero eu que atinjam a elucidação necessária. Com a sua licença, vos apresento os meus erros conscientes, se visto num parâmetro ortográfico e formal, áquele e áquela ou áquilo. Mas isso tudo fora elaborado, no intuito de harmonizar ainda mais as literaturas interessantes e envolventes, que certamente iluminarão vossas mentes, quais diversificam sua verbalização e descortinam os estilos de expressão, siga viagem literária e veja como esse ficara, ficaste ou mesmo ficou, pois foi ou fora só pensando em você, mas quanto ao veredicto unicamente caberá aos seus conceitos leitor. Verás que a poética aqui desenvolvida abrange diversos paradoxos mentais, intelectuais e espirituais, e difunde as artes e estirpes culturais, através de um jogo literário e poetizado, trazendo um mar de informação cultural, ao mesmo tempo em que é suficientemente capaz de lhe proporcionar uma harmonia mental, resultante do enobrecimento da mente adquirido simplesmente lendo, o primeiro livro expresso de maneira paradoxal e elaborada artisticamente por um anônimo competente, que por sua vez ou por pura competência se extravasa poeticamente, e sonha acordado ter sido quem “verdadeiramente” criou um novo estilo literário, denominado a “Filosofia poetizada” que interage poeticamente, a qual trata-se da dor do viver e procura libertar a alma do ser, não é uma literatura cansativa devido a inexistência de repetição das mesmíssimas palavras no mesmo poema, ao menos, apenas algumas raras e imprescindíveis. Mas prepotências á parte e “Deus” é brasileiro, não sei, agora o que me preocupa leitor resume-se á que o poder não transcenda a sabedoria e torne incerta a nossa inexeqüível, porém coloquial lingüística brasileira, ou seja na verdade eu tema que a Supremacia Territorial transcenda ao objetivo intelectual, ou á expressão cultural, e… simplesmente estaremos distorcendo o mais nobre idioma mundial, baseado nisso esse de que lerás estará descrito em português original, ou seja fora do “Novo Acordo Ortográfico” estipulado recentemente “ou deveria dizer” como aprendi com alguém que irás conhecer, embora o “narrador” que também serei eu, estarei sendo apresentado “através desse estilo de letra que estarás lendo” e não poderei usar essa palavra, devido que esse termo será pertencente aos dois personagens do livro, o escritor como um “mero coadjuvante estilo aprendiz” que também o interpretarei, e o “protagonista” dessa história inusitada que descobrirá tratar-se de um mestre, vindo da terra em que fora assinado esse “Acordo Ortográfico” em Lisboa- Portugal, o que resultou na “Nova Correção Ortográfica” de nosso país. Mas… se falando ortograficamente, o Brasil se articula baseado no “Formulário Ortográfico de 1.943” e sofrera alterações em 1.971, e… os demais países que falam a língua portuguesa seguiram o “Acordo Ortográfico de 1.945” e sofreram alterações em 1.973, e pode se dizer que essa prolongada divergência originada das diferenças de escrita, entre os países chamados lusófonos, quais assim como os tecidos de nosso corpo humano serão oito, estarão com os seus dias contados, devido que em 1.990 todos os países de língua portuguesa assinaram o “Novo Acordo Ortográfico,” qual poderá variar de país para país, e ainda estará decretado oficialmente apenas no Brasil, mas o mais enaltecedor disso tudo segundo o mestre comenta, é o fato desse “acordo” ter sido assinado em sua terra atual, qual apenas nascera aqui no Brasil, e verás que baseado nisso nós nos flexibilizaremos em prol da cultura, e daremos até a última gota de sangue se necessário pela causa nobre e pedagógica que transcende ao orgulho autoral, e se faz presente essencial no processo em busca do amplo entendimento nacional no mundo literário brasileiro, na tentativa de abrir as portas desse para que pessoas que não dotam o prazeroso e intelectual exercício mental da leitura, talvez por transtornos causados pela ausência da elucidação, sintam-se bem-vindos! No princípio descobri isso ocasionalmente, admito, mas com o passar do tempo foram dilatando os vínculos entre tais realidades, e não mais me seria apenas pura coincidência, o fato da cidade em que fora assinado o “Novo Acordo Ortográfico” entre as nações do idioma português, também seria onde residiria a pessoa que estaria em meus sonhos, e ambos os casos tratarem-se de Lisboa-Portugal, mas… se falando sinceramente, esse ente por fim acabara tornando-se no “protagonista” dessa viagem por um lugar encantado, denominado “Terra da magia,” que no próximo fascículo ficarás conhecendo detalhadamente. Hoje lerá o poder da mente expresso poeticamente de maneira imparcial, ao mesmo tempo em que viajará por mundos mirabolantes e mentais, sem nem mesmo que seja necessário se tirar os pés do lugar, onde possivelmente você enobrecerá mentalmente através de uma rajada da mais pura inspiração, que segundo acredito propriamente do fundo do meu coração, ilumine vossa concepção e lhe incentive á capacitação individual, em saber se distinguir e proporcionar as conseqüências e dimensões que causará posteriormente á sua decisão pessoal, como se ler um mero livro indiferente a sua magnitude literária e racional, que de certo modo inevitavelmente habitará o seu molde mental, então cuide muito com a sua opção de leitura, em se escolher o influenciador de concepções e suas dimensões de cultura, que esse não sucumba á nenhuma metodologia parcial ou sistema arquitetado político, religioso ou profissional, e… se possível esse seja amplamente discernível ou diria entendível que já será o suficiente, caso decida dar um voto de confiança para esse escritor anônimo momentaneamente, que nacionalmente ainda irá surgir literalmente (e) para que você possa sorrir e o mundo literário brasileiro ser mais feliz. E como que de praxe, haverá momentos em que seremos vítimas de nossos próprios sentimentos e procuraremos lugar nessas linhas para desaparecer se perguntados, quando na verdade apenas nos sentiremos alvos fáceis da consciência, constituída e amparada numa gama de preconceitos arquitetados humanamente, esquecendo da nossa real condição temporária e irredutível que consome o nosso” fio da vida,” afinal assim como esses segundos atrás que passaram durante essas palavras de que escrevi não voltarão jamais, e para onde foram? Como eu havia ficado após esse último acidente considerado de “grande monta,” que… {á cada 1.000 acidentes uma pessoa sobrevive, á cada 10.000 além de sobreviver se recupera e apenas á cada 100.000 se recuperam extraordinariamente, como no meu caso.} Segundo estudos da O.M.S, “organização mundial da saúde.” Mas… se bem, que levei “11 anos” para que chegasse á esse consenso literário de que contemplará, claro, se “Deus” permitir e a sua consciência aprovar. Pois… vulnerei a minha impecabilidade nesse último acidente de maneira contundente, qual por isso havia me abandonado e não havia nada que eu pudesse fazer para voltar atrás, e me olhando no espelho destruído me sobreveio um pensamento em mente, o que apenas hoje serei consciente de que aquilo nada mais seria que a manifestação do subconsciente, que á partir daquele momento em que eu havia recusado-me á essência (ê) de ser o que era, então deixaria a minha alma nas mãos daquela voz que me habitava a inconsciência e “aquilo” passaria ao comando de meus atos em concordância com o meu consentimento, embora tive que me permitir sistematizar a mente literalmente, (e) e me focar nesse desafio de maneira incessante, á toda hora e á todo instante, que… se necessário escravizaria até a minha alma em prol do mundo literário, segundo me assegurou quem me habita o imaginário, o que para minha sorte e felicidade do mundo literário brasileiro seria alguém que havia nascido á alguns milhares de anos atrás, “a primeira vez “ e creio eu que procura descrever-se talvez através do protagonista desse espetáculo da Filosofia, não sei, descobri isso apenas na conclusão desse acervo do pensamento ou simplesmente pressinto isso, mas indiferente á isso eu me desmancho em linhas e me transporto através de letras somente por merecimento, adquirido só após superar o meu tormento, subir os calvários de sofrimentos ou diria “de joelhos” e agradecer á “Deus” por passar por tudo o que passei, porque na época extremamente vulnerado assim pensei, o que me levaria á constatação de que, o que eu havia perdido jamais iria voltar, e… em frente do espelho assim falei á mim mesmo: – “Se o corpo ficou á desejar, muito bem, a mente pode viajar, e… decidi obedecer irrestrito ás suas vontades, e posso dizer que á partir desse pensamento me pus á escrever inicialmente em papéis de maços de cigarros durante três dias contínuos, cujo quais para minha desilusão os prováveis primeiros legados desse “artista calejado” acabariam sendo queimados, porém escreveria mais algumas milhares de folhas em concordância com essa voz que se expressava através de minhas mãos, embora não veria a hora de acabar com essa maratona literária de que desenvolvo á mais de “11 anos” para cá, “três” nesse último trabalho literário, embora isso apenas torna mais enaltecedor o sentimento de realização autoral, ao mesmo tempo em que á cada dia mais dilata em mim a esperança referente á sua aceitação no mundo literário brasileiro, assim como do meu destino no “mundo dos apontamentos,” justamente no momento em que próprio sinto o fundamento presente em minhas palavras, as quais me são originadas do raciocínio dos dias atuais, em que tive que abandonar a minha imagem socrática para que pudesse concluir esse sonho encantado, e baseado nas mais “diferentes” provações dignas do sofrimento, estilo psicológico e místico, numa terra em que se aprende desde muito cedo á dar valor para as coisas, e a literatura infelizmente não será uma dessas, o que pode se dizer que causa complexos mentais e gera “conflitos genéticos ou desagrados familiares,” mas posso sentir que as forças do bem contribuirão para o êxito de materialização, “desse” que virá ao mundo literário brasileiro unicamente com o intuito de auxiliar no entendimento nessa guerra da desinformação, indiferente se estarei vivo para ver isso, tenho consciência de que se a humanidade não atingir o entendimento coletivo como sendo um hábito imprescindível, e constituam uma etnia intelectual e culta á âmbito mundial ainda antes que nos extinguimos, a minha parte eu fiz e sei que colaborei para o seu início, pois realmente aceitarei o desígnio que me fora proferido e focarei todas as minhas atenções á esse sagrado desafio, que se vencido significará que as portas desse “mundo em que vivemos” se abririam para esse “artista calejado,” cujo qual tivera o seu propósito maior alcançado. Por isso… se liberte do escravismo da mente, a consciência seremos próprios quem arquitetemos, para distinguir as dimensões de nossos atos, e não para limitar o nosso raio de extensão ou capacidade de expressão, como costumamente e equivocadamente a humanidade vem fazendo de um bom tempo pra cá, afinal jamais se permita influenciar pelas cenas do passado, devido que o mundo anda e se você estiver preso á “existências já consumidas,” mesmo que inconsciente, estarás não só parado mas regredindo intelectualmente, ou no mínimo obstruindo-se de progredir mentalmente, hoje se conscientizará através de um importante momento de conscientização da vida, qual pode sim ser maravilhosa, mesmo que exista “Forças Negativas” conspirando contra o seu reinado pessoal, ou influenciando em sua capacidade de domínio de extensão intelectual, invejando o seu êxito como de praxe, por isso… elabore bloqueios mentais, para filosofar todo descaso que lhe será projetado, assim como toda forma de preconceito ás torne em Filosofia, mas… se falando mais intimamente, não que tenha que ser um museu para se viver do passado, pois como um bom nostálgico é direito seu, apenas lembre-se de que sentimentos inviáveis apenas nos envelhecem, não se preze á dar ouvidos sentimentais para “existências já consumidas,” que nem mesmo existem mais, olhe para o horizonte e se deslumbre com a sua prosperidade e o infinito de possibilidades para se projetar com prudência, e sem medo de errar, com a lucidez que apenas errou dentro dos parâmetros de uma terminologia divergente á própria Filosofia, á que tiveram a pretensão de impregnar sem sucesso em nossa mente, indiferente ao movimento dessa mão que vos escreve. Afinal dilate a mente prazerosamente, reserve um tempo só para ler, se dê esse presente e enobreça a mente, lendo algo nobre e mirabolante, ao mesmo tempo em que condizente ás reais necessidades culturais de um povo, onde eu que vos escrevo dediquei-me de todo o meu ser ao descrever o verdadeiro poder de uma mente, assim como que ainda um dia o homem já direcionou-se mais intelectualmente, rumo á evolução do ser ao todo, embora usamos nossos conhecimentos universais para nos tornar mais dependentes da matéria, segundo o grau de nossa capacidade de ostentação e vaidade, mas caso você conhece á ti mesmo perfeitamente, de maneira suficiente para ser feliz, parabéns, leia apenas para relaxar a mente e seja muito bem-vindo ao mundo do “Livro diferente,” afinal á partir de algumas linhas esse será expresso poeticamente, através do melhor idioma mundial incontestavelmente. Nesse momento eu que vos escrevo, lhes convido á fazer uma viagem intelectual descrita literalmente (e) de maneira filosofal, ou talvez eu deva dizer desses lindos olhos que estarão presenciando a articulação dos dedos de um “artista calejado,” que expressa-se emocionado o que lhe fora designado, e interage transbordando eficiência poeticamente, tornando o conhecimento algo que dilate o pensamento, lhe enchendo de paz de espírito, iluminando o seu coração e construindo um entendimento, mas… isso tudo, só será possível caso você que estás lendo permitir é

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